Resultados das enquetes


No site anterior, realizamos três enquetes com os internautas. Uma vez que elas não mais serão realizadas neste site, os resultados anteriores ficam registrados aqui como curiosidades.

Qual é o melhor álbum dos Bee Gees?
Main Course (30,77%)
Saturday Night Fever (23,08%)
Still Waters (23,08%)
Outro (15,38%)
Living Eyes (7,69%)

Qual dos irmãos Gibb você gosta mais de ouvir cantando?
Robin Gibb (43,65%)
Barry Gibb (36,51%)
Maurice Gibb (10,32%)
Andy Gibb (9,52%)

Qual o melhor álbum produzido para outros artistas?
Guilty (64,86%)
Eyes That See In The Dark (24,32%)
Heartbreaker (10,81%)
Eaten Alive (0%)
Runaway  (0%)
AS NOTAS A SEGUIR FORAM EXTRAÍDAS DAS PRINCIPAIS BIOGRAFIAS  PUBLICADAS ATÉ HOJE, DE ENTREVISTAS E REPORTAGENS SOBRE O GRUPO PUBLICADAS AO LONGO DOS ÚLTIMOS 30 ANOS
Você  provavlemente já sabe que os Bee Gees sofreram um processo de plágio por How Deep Is Your Love. Leia a íntegra do processo (em inglês). Clique aqui.
BEE GEES CANTAM OUTROS COMPOSITORES
Veja o que eles já interpretaream de outros artistas e onde encontrar. Clique aqui.
MAIS CURIOSIDADES
Em algumas discografias, o álbum SWALK aparece como lançado pelos Bee Gees, o que cria muitas dúvidas entre os fãs. Na verdade, ele se refere às iniciais de Sealed With A Loving Kiss, que era o nome original criado para o filme Melody. SWALK, portanto, é a trilha sonora desse filme. A propósito, a música Every Second, Every Minute foi feita especialmente para a trilha, mas foi recusada por não ter qualquer afinidade com o tema. Acabou sendo usada no álbum Two Years On.

Em 1974, aos 16 anos, Andy Gibb e alguns amigos criaram o conjunto Melody Frayre. O grupo chegou a ser entrevistado por algumas emissoras de rádio na Inglaterra e teve seus demos tocados durante os programas. Realizou, inclusive, diversos concertos no país. O repertório reunia canções dos Bee Gees com clássicos do pop. Andy era o vocalista e guitarrista, embora os próprios integrantes não o considerassem de fato um bom guitarrista.
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The Record: música inédita por engano da gravadora
Em 1969, quando Robin Gibb partiu para sua carreira solo, Barry passou a buscar um substituto para seu irmão. A idéia era ter no grupo alguém que pudesse cantar e compor. Nessa época, foi apresentado a ele um desconhecido interprete chamado Peter Mason, que tinha, segundo as pessoas que ouviram, uma voz considerada “muito Bee Gees”. Barry fez um teste com ele e aprovou de imediato. O mesmo ocorreu em relação a Maurice. Em seguida, Peter Mason começou a participar das sessões de gravação do álbum Cucumber Castle, fazendo alguns vocais. Era apresentado a todos como o novo integrante dos Bee Gees. Trabalhou por cerca de duas semanas, sempre esperando pelo momento de ser apresentado a Robert Stigwood. O empresário, no entanto, enrolou e não quis conhecer o novo músico. Sua esperança era trazer Robin de volta ao grupo. Por isso, sem a aprovação de Stigwood, Peter Mason acabou sendo desligado da banda e encerrou sua curta carreira como vocalista dos Bee Gees. Mas ficará sempre a dúvida: como teria sido o futuro da banda caso Peter Mason tivesse gravado Cucumber Castle com Barry e Maurice e se tornado um dos Bee Gees?

Sabemos que a música New York Mining Disaster 1941 foi inspirada num acidente na mina de Aberfan.
Se você tiver interesse em conhecer detalhes deste incidente que mexeu com a cabeça dos irmãos Gibb na época (1966),
clique aqui.
VOCÊ SABIA?

“Stayin’ Alive” tem uma linha de bateria que é na verdade apenas o corte de um “beat” da bateria de “Night Fever”, porém repetido inúmeras vezes. Ocorre que Denis Bryon (o baterista dos Bee Gees na época) não estava no estúdio quando se gravou “Stayin’ Alive”, pois seu pai estava muito doente na Inglaterra. O genial e insubstituível Albhy Galuten (um dos produtores da trilha, ao lado de Karl Richardson) decidiu fazer essa improvisação. Deu tão certo que Denis, quando voltou, gravou apenas a parte dos pratos.

As vendas do álbum “Still Waters” nos Estados Unidos superaram as expectativas da gravadora, e a falta de cópias no mercado pode ter sido um dos motivos para que o álbum não tenha subido ainda mais nos rankings.

O título original para a canção “Ordinary Lives” era “Cruel World”.

A canção "This Is Where I Came In" foi a última composta para o álbum de mesmo nome.

”Tokio Night” era um dos títulos propostos para o álbum que acabou sendo batizado de “ESP”.

"How deep is your love" teria sido composta principalmente por Barry, com a ajuda de Blue Weaver ao piano. Isso pode ser comprovado pelo material de 40 minutos em CD que revela os bastidores da composição. Por uma questão de marketing e contrato, a música foi creditada aos irmãos Gibb.

Blue Weaver garante que ele e Dennis Bryon contribuíram nos arranjos e na produção do álbum “Spirits Having Flown”.

Em agosto de 1999, o cantor do “Boyzone” Ronan Keating visitou Miami e escreveu uma canção chamada “Lovers and friend” com Barry e Maurice, que no foi lançada em seu álbum solo de julho de 2000.

Depois de compor e gravar a música "Don't Throw It All Away (Our Love)", Barry acabou acrescentando um trecho intermediário na versão original para que ela fosse reeditada na voz de Andy, em 1978. É por isso que a versão de Barry que conhecemos é diferente.

Em 1983, Maurice gravou uma versão solo da música “Hold Her In Your Hand” - escrita originalmente para o álbum “Living eyes” - para a trilha sonora do filme “A Breed Apart”, que no Brasil se chamou “O Senhor das Águias”.

Depois que o álbum “Living Eyes” foi editado, Barry, Robin e Maurice entraram com um processo contra a “Robert Stigwood Organisation” por falta de pagamento de direitos autorais. Diz a lenda que música “He’s a Liar” teria sido inspirada no próprio Robert Stigwood.

Uma das últimas coisas feitas para o álbum “TIWICI” foram as vozes para “Just in case”, substituindo a gravação orginal, em que Barry cantava em falsete.
Se você acha o CD Living Eyes raro, então veja este material oficial que foi lançado junto com o CD. Foram feitas três diferentes edições em cassete:

1 - A primeira trazia entre as canções Mind over mater, The promise you made, City of angels e Loving you is killing me. Foi uma edição limitada, com apenas 300 cópias.

2 - Em seguida, uma nova edição em fita cassete trazia In the heat of the night em lugar de Nothing could be good, e as demais músicas originais do álbum, mas em ordem diferente.

3 - Finalmente, com tiragem de apenas 50 cópias, o Living Eyes original com os seguintes bônus: Heat stop beating in time demo, Hold her in your hand demo, Strings and things, In the heart of the night, He's a liar demo, Cryin' every day demo.
Hold her in your hand, como todos sabem, foi uma das músicas feitas para o Living Eyes, que acabou sendo descarta. Foi gravada por Maurice Gibb em 83, fez parte da trilha do filme A breed apart e lançada em compacto, também muito raro hoje.
MAIS CURIOSIDADES

A reação que Barry teve após a morte de Maurice não é novidade e mostra coerência à sua personalidade e quanto ele valoriza o grupo. Ele se comportou exatamente da mesma forma quando a formação original dos Bee Gees se dissolveu em 1969. Tornou-se recluso e, durante 18 meses, saiu pouquíssimas vezes de sua casa em Londres. Suas ocupações na época passaram a ser a televisão, livros, estudo sobre UFOs e misticismo.
No segundo semestre de 1968, os Bee Gees realizaram sua primeira turnê pelos Estados Unidos. Apesar de um ou outro bom show, o resultado foi decepcionante. Algumas apresentações tiveram que ser canceladas por falta de público. Como as perspectivas de um grande fracasso eram consideráveis, Robin Stigwood “arranjou” uma internação por stress para Robin em um hospital para justificar o cancelamento da turnê.

Ao voltar da Inglaterra após essa mesma turnê, Barry anunciou que estava deixando o grupo para ser ator. Segundo ele, durante sua passagem pelos Estados Unidos ele teria recebido convites de produtores de Hollywood e teria, inclusive, passado em um teste de cena. Durante certo tempo, ele realmente esteve convencido de que seu futuro como astro estaria no cinema. Mas, felizmente, sua fidelidade aos irmãos acabou prevalecendo.

Em 1976, Robert Stigwood inaugurou a loja que todos nós gostaríamos de ter conhecido. A International Headquarters funcionava na 57th Street em Nova York. Lá era possível encontrar tudo relativo a Bee Gees: discos, camisetas, ingressos para shows, posters, entre tantos itens da memorabilia do grupo. A inauguração contou com uma réplica gigante do álbum Children of the World.

Embora seja raro nesse formato, o álbum Living Eyes foi provavelmente o primeiro CD fabricado no mundo, em 1981, pela Philips. Durante o programa Tomorrow’s World, da BBC, que mostrava as tecnologias do futuro, era o Living Eyes que aparecia na tela para ilustrar a novidade que seria depois conhecida como o compact disc.

Em março de 2001, a revista Billboard publicou uma matéria em homenagem aos 35 anos de carreira dos Bee Gees. Em entrevista ao editor da publicação, Barry anunciou como projeto para o futuro uma nova edição do álbum Odessa, com masterização diferente da original. Além disso, o CD traria como bônus versões ao vivo de First of May, Merley Purt Drive, Melody Fair e Odessa. Mas, segundo Barry, o projeto teria que esperar até eles conseguirem formar uma orquestra completa para fazer as gravações ao vivo.

Em 4 de dezembro de 1972, Dick Ashby enviou à Polydor/Polygram uma nota oficializando a ordem das músicas no próximo álbum dos Bee Gees, A kick in the head is worth eight in the pants. O repertório do álbum seria esse:

Lado 1
Elisa
Wouldn't I Be Someone
A Lonely Violin
Losers and Lovers
Home Again Rivers

Lado 2
Harry's Gate
Rocky L A
Castles in the Air
Where Is Your Sister
It Doesn't Matter Much to Me

O álbum acabou sendo cancelado. Várias foram as justificativas, porém não se sabe ao certo qual delas foi a determinante, provavelmente a soma de todas elas: a gravadora não gostou do excesso de baladas no álbum; Robert Stigwood não gostou do resultado final do trabalho; os Bee Gees não gostaram do resultado final do trabalho; o single lançado, Wouldn't I Be Someone, fracassou e mostrou à gravadora que tal qual estava configurado o álbum não teria bom desempenho comercial, havendo necessidade de mudar o conceito. Hoje, graças aos bootlegs, conhecemos todas as canções, inclusive aquelas que não seriam incluídas no disco final.

A vaquinha vermelha que se tornou a logomarca da RSO, empresa de Robert Stigwood que gerenciou a carreira dos Bee Gees e centralizou todos os seus lançamentos até 1983, teve origem em uma simbologia japonesa. Em 1990, Robert Stigwood explicou que a idéia surgiu quando ele ganhou de presente a tal vaquinha em papel mache de alguns amigos japoneses. Seu significado era sorte, fortuna e saúde. Seu nome no Japão é "akabeko". Experimente colocar essa palavra no google imagem e veja quantas vaquinhas vermelhas irão aparecer.
Algumas notinhas publicadas na imprensa australiana no começo da carreira dos Bee Gees

Everybody’s 20/7/1966 p17
"The Bee Gees’ new disc "Monday’s Rain" has been barred by every radio station in Sydney on the grounds that the Bee Gees are not original enough! Surely they’re joking!…The Bee Gees for heavens sake write their own material. And you can count people like that on one hand."

Everybody’s 3/8/1966 p 19

"I was rather shocked to read Maggie Makeig’s column about the Sydney radio stations not playing the Bee Gees’ new single, "Monday’s Rain". "Not original enough", they said. But a quick check revealed that with one exception Melbourne radio stations aren’t playing it either. The one exception is John Royce of 3KZ who gets our pat-on-the-back weekly award." Bob Staines.

Everybody’s 10/9/1966 p 16

5KA Adelaide talent awards
Best Australian composition – Barry Gibb & the Bee Gees for "I was a lover, a leader of men."

Go-Set 25/1/1967 p12
Bee Gees write from the high seas c/v Fairsky, from Hughie Gibb, manager for the Bee Gees, just approaching Thursday Island
"On behalf of the Bee Gees I would like to thank you and your paper most sincerely for making their record "Spicks and Specks" your choice as Best Record of the Year…[Hughie rebutted the suggestion that the Bee Gees sailed on the strength of the success of their hit single.] Our sailing arrangements were made as far back as August last year (1966), some weeks before "Spicks and Specks" was released.

Everybody’s 22/2/1967 p.38

2UE’s Music Industry Awards
Best Australian group recording: "Spicks and Specks" – the Bee Gees

Go-Set 1/3/1967 p1
Bee Gees hit it big in London – signed by Epstein.
"Spicks and Specks" released on 24/2/1967 in London on Polydor.

Go-set 29/3/1967 p10
Ronnie Burns – "My last singles were both original songs written by the Bee Gees, who incidentally in my book are the most original group to emerge from Australia…Polydor over in England thought the Australian recorded "Spicks and Specks" by the Bee Gees was good enough to release over in England without re-recording it".

Go-Set 24/5/1967 p1
Bee Gees slam Aussie scene!
"We are NOT an Australian group and we do NOT like being compared to the Beatles", they burst out unanimously in broad Mancunian accents. "We never wanted to go to Australia in the first place", said Barry, "but I was only 12 at the time and I couldn’t very well complain."
Perhaps England is where some of the boys were born many years ago, but Australia is their home!

Go-Set 31/5/1967 p3
Stan Rofe, prominent Melbourne DJ
"I honestly believe that in many ways Australian show business handed out more knocks to those kids than they deserved. For years they struggled to make a name for themselves as composers, and from almost every corner they were laughed at, patted on the head and told to go play with their trains…Let’s for the time being treat them instead as very talented "angry young men".

Go-Set 9/8/1967 p3
Bee Gees
"It was all just a case of misinterpretation…We all love Australia and get very homesick for it…"
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