| BR GIBB - LANÇAMENTOS | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| CONFIRA AQUI OS ÚLTIMOS LANÇADOS EM CDS E DVDS DOS BEE GEES | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| GUILTY PLEASURES (CD/DVD bônus) 2005 Após o trauma da morte de Maurice, Barry lançou em setembro de 2005 o álbum feito especialmente para Barbra Streisand: Guilty Too no Reino Unido e Guilty Pleasures no restante do planeta. A tendência é comparar com o bem-sucedido Guilty, de 1980. Mas os tempos são outros, a voz do Barry é outra, as parcerias na produção e composição são outras. Embora falte ao CD um hit arrasador como Woman In Love foi, trata-se na verdade de um excelente álbum, mostrando a boa forma de Barry como compositor, produtor e backing vocal. Talvez este álbum seja até superior a seu antecessor, praticamente todas as músicas são muito boas. Dois duetos: Come Tomorrow e Above the Law, a belíssima Strangers in a Strange Land, e muita inspiração na Bossa Nova brasileira, com direito a citação ao Rio de Janeiro. Um grande trabalho do Barry, sem esquecer é claro o talento de Barbra como intérprete. A edição dual disc (CD+DVD) traz entrevistas, bastidores da gravação e clipes. Vale a pena. |
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| ROBIN GIBB LIVE (CD e DVD) 2005 Apresentação de Robin Gibb na Alemanha, em setembro 2004. Robin resgatou a fórmula da orquestra, comum no início da carreira do grupo, porém faltou uma direção musical mais competente, e um pouco mais de capricho na produção. No DVD, os instrumentos encobrem a voz de Robin, e muitas vezes o andamento da orquestra é um tanto acelerado. Parece que estão todos com pressa. Mas é um trabalho importante, que dá continuidade à carreira de um dos Bee Gees, divulgando a clássica obra dos irmãos Gibb. A turnê esteve no Brasil, em novembro de 2005. O repertório é formado pelos maiores sucessos dos Bee Gees e uma pequena amostra da carreira solo de Robin em Juliet, Love Hurts e Please. Não assista esperando ouvir nem ver os Bee Gees no palco, trata-se de uma apresentação solo, com características próprias e todo o talento de Robin Gibb. |
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| NUMBER ONES 2004 O "Number Ones" (Polydor/UMe) marca a primeira vez que os singles números 1 dos Bee Gees nos Estados Unidos e ao redor do mundo se apresentam num só CD. A coleção de 19 faixas reúne 20 anos (1967-1987) e inclui uma faixa bonus ("Man In The Middle"), a pedido de Barry e Robin, como tributo a Maurice. Além disso, uma edição limitada do CD inclui um DVD como bonus, apresentando atuações nunca antes oferecidas nos Estados Unidos, do programa Britânico "An Audience With BGS". As canções interpretadas são: "How Can You Mend A Broken Heart", "How Deep Is Your Love", "Jive Talkin'", "Massachusetts", e "I Started A Joke". O CD foi a última iniciativa da Universal antes de perder o direito sobre o catálogo do grupo. |
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| REPERTÓRIO NUMBER ONES Versão inglesa: 1. Massachusetts, 2. World, 3. Words, 4. I've Gotta Get A Message To You, 5. I Started A Joke, 6. Don't Forget To Remember, 7. How Can You Mend A Broken Heart, 8. Jive Talkin', 9. You Should Be Dancing, 10. How Deep Is Your Love, 11. Stayin' Alive, 12. Night Fever, 13. Too Much Heaven, 14. Tragedy, 15. More Than A Woman, 16. Love You Inside Out, 17. You Win Again, 18. Man In The Middle (Bonus Track), 19. Islands In The Stream (New Version) (Bonus Track) e 20. Immortality (Bonus Track). Versão americana (também lançada no Brasil): 1. Massachusetts, 2. World, 3. Words, 4. I've Gotta Get A Message To You, 5. I Started A Joke, 6. Don't Forget To Remember, 7. Lonely Days, 8. How Can You Mend A Broken Heart, 9. Jive Talkin', 10. You Should Be Dancing, 11. Love So Right, 12. How Deep Is Your Love, 13. Stayin' Alive, 14. Night Fever, 15. Too Much Heaven, 16. Tragedy, 17. Love You Inside Out,18. You Win Again, 19. Man In The Middle (Bonus Track). |
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| MAGNET (CD) – ROBIN GIBB 2003 Este é o último trabalho realizado por um Gibb mas, na minha opinião, não tem qualquer relação com Bee Gees. Após a morte de Maurice, esse álbum, lançado em fevereiro de 2003, acabou se tornando muito mais importante do que pretendia, pois serviu para manter Robin em atividade e o nome dos Bee Gees vivo na mídia. Porém, para mim o CD é ruim, não por sua qualidade de produção, mas simplesmente por trazer em seu repertório um conteúdo que não me diz nada. Certamente se a música dos Bee Gees fosse essa eu não estaria aqui fazendo um site para eles e talvez você também não tivesse interessado neles. Na prática, o uso abusivo da eletrônica fez desaparecer o vocal apurado do Robin. Qualquer um que gravasse esse álbum conseguiria o mesmo resultado, não é preciso ter talento. Por isso serei um eterno crítico na eletrônica na música. Gosto de músicos e instrumentos de verdade, coisa que já fez parte da obra dos Bee Gees um dia. Costumo dizer que Robin fez o CD (e ele até já deu a entender que é isso mesmo) pensando em outro público, não necessariamente nos fãs tradicionais. Mas, infelizmente, o desempenho comercial do álbum foi inexpressivo. Quanto às “músicas”, Please é uma boa canção (dispenso, porém, os cochichos). A nova versão de Wish Were Here é, obviamente, inferior à original em todos os aspectos, inclusive nas alterações da letra, mas ainda agrada. A remixagem de Another lonely night in New York poderia perfeitamente não ter sido feita. E o tributo a Roy Orbison, Love Hurts, não é o tipo de música que combina com eletrônica. Quem quiser conhecer uma versão realmente de bom gosto deve ouvir a interpretação de Don McLean no álbum Believers, de 1981. As outras músicas do CD nem justificam comentários. Mas, essa é minha opinião. Tomara que você tenha gostado do disco. |
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THE RECORD - THEIR GREATES HITS (CD) 2001 Esta excelente coletânea traz 40 dos maiores sucessos dos Bee Gees. É perfeita para quem conhece pouco o grupo ou ainda acredita que seu sucesso se limita à era disco. Traz um panorama da evolução da carreira dos irmãos Gibb de 1967 a 2001 em gravações originais com ótima qualidade de áudio e um encarte muito bonito. As quatro gravações inéditas das músicas feitas para outros artistas são o grande destaque da coleção. Porém, uma ressalva pode ser feita: mais uma vez, há um abuso injustificável de recursos eletrônicos, o que nestas versões é mais grave pois é possível compará-las com as gravações originais - estas com arranjos bem superiores. Uma pena |
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| THIS IS WHERE I CAME IN (CD) 2001 Este é o mais recente trabalho em estúdio dos Bee Gees, lançado em abril de 2001. Trata-se de um álbum que foi anunciado como uma volta às origens. De fato, algumas músicas - em especial a faixa título - reúnem características de gravação que nos remetem aos anos 60 e 70. Mas, no geral, a promessa não se cumpre. O CD ainda abusa de recursos eletrônicos e ignora arranjos com violinos e metais, marcas dos Bee Gees no passado. Embora o álbum traga belas canções, não conseguiu reeditar o bom trabalho anterior - Still Waters. Por isso mesmo, sua repercussão internacional foi quase nula. Os próprios Bee Gees perceberam o resultado: lançaram apenas um single derivado deste álbum e logo começaram a trabalhar a coletânea The Record. Será lembrado para sempre como o último álbum de Barry, Robin e Maurice juntos. |
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| LIVE BY REQUEST (DVD) 2002 Este programa foi exibido ao vivo em abril de 2001. O DVD, prometido para janeiro de 2002 no mundo inteiro, acabou chegando primeiro às lojas brasileiras em dezembro de 2001. Apresentando ótima qualidade de som e imagem, trata-se de mais um excelente show em que os Bee Gees cantam seus principais sucessos e interagem com a platéia. Vai entrar para a história como o último show de Barry, Robin e Maurice juntos. |
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| THIS IS WHERE I CAME IN (DVD) 2001 Excelente documentário com imagens raras dos irmãos Gibb desde sua infância até os dias de hoje. É uma espécie de biografia autorizada. Traz o clipe da faixa-título. De resto, não traz nenhuma outra música na íntegra. É obrigatório para quem quer conhecer melhor os Bee Gees. Na versão brasileira, as tradução é imperfeita e da metade para o final entra em atraso em relação às falas, tornando impossível para quem não conhece inglês saber quem disse o que. |
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| KEPPEL ROAD (DVD) 1997 Ótimo documentário já lançado em VHS no Brasil. Traz imagens raras dos Bee Gees, depoimentos e várias músicas completas. A versão inicial lançada em DVD no Brasil destaca-se pela grotesca tradução para o português. O (ir)responsável pelas legendas pouco conhece a língua inglesa ou é surdo. Os erros se sucedem durante todo o documentário, tornando incompreensível a própria história do grupo. Para quem não conhece inglês, a melhor opção é a versão em VHS, muito bem legendada. Quanto ao DVD, só assistindo sem legenda. É melhor não entender nada do que acreditar na versão insana do "tradutor". Depois, uma nova versão lançada em banca minimizou os problemas, mas ainda ficou muito longe do VHS. |
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