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| Família Vidal | ||||||||||||||||
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Tronco da origem Vidal- Família de origem espanhola. Nome de homem, também usado como nome de família. Do adjetivo arcaico vidal, o mesmo que vital (Antenor Nascentes, II, 314). Procede esta família de um cavaleiro Vidal que no ano de 912 esteve nas cortes de Jaca. Passou a Portugal. Registra-se Loureço Vidal que, em 1400, morava na vila de Castelo de Vide (Anuário Geneológica Latino, I,95). Para o tratadista Júlio de Antienza, em seu “Nobiliário Espanhol” é esta uma nobre linhagem catalã, embora não especifique o lugar exato em que radicam sua casa troncal. Outros autores aventuram a possibilidade de que da Catalunha passasse desde Astúrias havendo-se originado ali um lugar de seu nome, no município de Cangas de Tineo [Centro Espanõl de Investigaçión Heráldica – http://www.ceih.com
Foi destruído, assim como parte da muralha do lado sudeste, em 1895 para no seu lugar ser construído o Asilo do Espírito Santo.
Esse site teve início em Barra Velha- Santa Catarina - Brasil, 14 de outubro de 2000.
João Tomás Nunes : Nasceu em Fermentelos, em 16 de Maio de 1846, filho de Francisco Tomás Nunes e Teresa de Oliveira. Em Aveiro, fez o exame de professor primário, exercendo em Requeixo e na Quinta Nova de Bustos. Regressou a Fermentelos onde abriu uma mercearia, sendo que mais tarde voltou ao ensino exercendo na Mamarrosa, Fermentelos e Cedrim do Vouga. Foi autor da Cartilha infantil e Quadros de leitura que foram adoptadas em muitas escolas portuguesas. Em 1896, recebe o louvor em Diário do Governo. Nessa época era aferido de pesos e medidas do conselho de Oliveira do Bairro e fez parte da Junta de Freguesia de Fermentelos. Casou com Venância Moreira Vidal, de Albergaria-a-Velha de quem teve vários filhos, Maria Nunes Vidal, Álvaro Nunes Vidal, Alexandre N. Vidal, João Baptista N. Vidal, Crisanta N. Vidal, Arnaldo Nunes Vidal e um filho que perfilhou, José Tomás Nunes e outro que não perfilhou, Alexandre Nunes Ferreira.
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Árvore deLinhagem dos Fermentelenses no Século XIX
Por Artur Vidal – 1942 Tip. Aguedense – Águeda.
Patriarca: Giraldo Nunes, Casado com Maria Fernandes.Filhos: Frei Manuel de São-Pedero; Frei José de São-Tomás de Aquino; João Francisco Tomás casado com Tereza de Jesus Duarte; Francisco Tomás ou Francisco Tomás Nunes casado com Maria Joaquina de Jesus; Maria Giraldo; Feliciana Giraldo; Tereza Giraldo. Netos: - Filhos do filho Francisco Tomás e Maria Joaquina de Jesus: Francisco Tomás Nunes, casado em 1ª núpcias com Tereza Pires de Oliveira, em 2ª núpcias com Maria Vieira, de Bustos; José Giraldo Nunes; Maria Joaquina, casada com José Luís Pepino. - Filhos do filho João Francisco Tomás e Tereza de Jesus Duarte: Maria Duarte, casada com Manuel Saraiva ou Manuel Francisco da Rosa; Manuel Giraldo Nunes, casado com Rita Tomásia Rodrigues ou Rita Maria da Conceição; João Francisco Duarte, casado com Maria Tereza Rosa; Francisco Tomás da Rosa, casado com Joana Pepino; Joaquim Giraldo Nunes; Tereza Duarte; José Luís Duarte; Joana Duarte.
Bisnetos:
- Filhos do neto Francisco Tomás Nunes e Tereza Pires de Oliveira, 1º matrimônio: João Tomás Nunes (tataravô da autora), professor primário de Fermentelos, casado com Venância Moreira Vidal, de Albergaria-a-Velha; Maria; Tereza Maria de Oliveira, casada com João Rodrigues Nunes filho do neto de Manuel Giraldo Nunes; Ana Nunes de Oliveira ou Ana Tereza Nunes, casada em 1ª núpcias com Urbano Dias Júnior, e em 2ª núpcias com João Francisco Antônio das Neves; Francisco; - Filhos do neto Francisco Vidal Nunes e Maria Vieira, 2º matrimônio: Maria Nunes Vieira, casada com Albino de oliveira Abrantes. - Filho natural mas perfilhado do neto Francisco Tomás Nunes, enquanto viúvo, e de Francisca Jacinta da Silva, da Palhaça: Francisco Giraldo Nunes, casado na Palhaça; - Filhos do Neto João Francisco Duarte e Maria Tereza Rosa: João Francisco Tomás; José Francisco Duarte, casado com Ana Ferreira da Rosa. E Maria Francisca ou Maria Giralda, casada com José Lemos Júnior. - Filhos de neto Manuel Giraldo Nunes e Rita Tomásia: João Rodrigues Nunes, casado com Tereza Nunes de Oliviera, filha do neto Francisco Tomás Nunes, e Maria Tomásia, casada com José Roque Ferreira. - Filhos do neto Francisco Tomás da Rosa e Joana Pepino: Maria Tomás da Rosa, casada com Joaquim Francisco; José Tomás da Rosa, casado com Tereza Vitória; Francisco; Francisco Tomás da Rosa, casado com Maria Lemos; João Tomás da Rosa; Antônio Tomás da Rosa, casado com Maria Fernandes Muranho; Manuel; Manuel Tomás da Rosa; Tereza Tomás da Rosa, casada com José Luís Pepino; Augusto Tomás da Rosa, solteiro com um filho perfilhado no Brasil; - Filhos da neta Maria Joaquina antes de se casar: Antônio.
Trinetos:
- Filhos do bisneto José Francisco Duarte e Ana Ferreira da Rosa: Tereza Giraldo da Rosa; - Filhos do bisneto João Tomás Nunes e Venância Moreira Vidal (tataravôs da autora): Maria Nunes Vidal, professora oficial-ajudante na Escola masculina de Fermentelos, mais conhecida por Auzenda Nunes Vidal; Álvaro Nunes Vidal, aluno de Farmácia; Alexandre Nunes Vidal, professor primário em São-Jão-de-Loure; Artur Nunes Vidal (bisavô da autora), aluno da escola norma de Aveiro; João Batista; Crisanta Nunes Vidal; e Arnaldo; - Filho natural, mas perfilhado do bisneto João Tomás Nunes, enquanto solteiro, e de Maria Jacinta, da Palhaça: José Tomas Nunes; - Filho natural e não perfilhado do bisneto João Tomás Nunes, depois de casado, e de Ana Ferreira, de São-João-de-Loure: Alexandre Nunes Ferreira; - Filhos do bisneto João Rodrigues Nunes e da bisneta Teresa Nunes de Oliveira: Maria Nunes Giraldo; Francisco; João Nunes Giraldo; Teresa Nunes Giraldo; Ana Nunes Giraldo; Francisco Nunes Giraldo; José Nunes Giraldo, aluno do 2º ano teológico do Seminário de Coimbra; Antônio Nunes Giraldo; Augusta Nunes Giraldo; André Nunes Giraldo, recoljido num convento a fim de professar; Joaquim; Joaquim Nunes Giraldo; e Abel; - Filhos do bisneto Francisco Tomás da Rosa e Maria Lemos: Tereza Giraldo da Rosa; Maria Giraldo da Rosa; José Tomás da Rosa Augusta Giraldo da rosa; Ana Giraldo da Rosa; e Anzarpe Giraldo da Rosa; - Filhos do bisneto Antônio Tomás da rosa e Maria Fernandes Muranho: João Tomás da Rosa; Maria Fernandes Muranho; Antônio Fernandes Tomás; Joana Fernandes Giraldo; Francisco Fernandes Tomás; e Augusta Fernandes Muranho; - Filhos do bisneto José Tomás da Rosa e Tereza Vitória: Maria Pepino da Rosa; Tereza; Tereza Pepino da Rosa; José Tomás da Rosa; e Ana.
Artur Nunes Vidal :Natural em Fermentelos, nasceu em 9 de Novembro de 1882 e faleceu em 6 de Maio de 1952. Fez exame de instrução primária em Oliveira do Bairro de 1893. Realizou o exame de admissão no Liceu de Aveiro e regressou a Fermentelos em 31 de Janeiro de 1900 e em Outubro matriculou-se na Escola Distrital de Habilitações para o Magistério Primário, onde terminou o curso de professor primário em Julho de 1902. Durante a sua vida teve a escrita sempre presente, publicando numerosas obras, como a "Sumula das minhas prelecções sobre contabilidade; Regras do bem escrever; Princípios da análise lógica; Cartilha ortográfica; Estudo sobre verbos terminados em izar; Simplificação da escrita da língua portuguesa; Tombo das águas de Cedrivouga". Após ter leccionado em várias escolas desta zona, publicou outras obras como a "Árvore de linhagens dos fermentelenses no século XIX ; Fermentelos ; Lembranças de Fermentelos ", que ficaram ligadas à história de Fermentelos, como padrão imortal da sua glória. Maria Nunes Vidal :Filha de João Tomás Nunes e de Venância Moreira Vidal. Em 1 de Novembro de 1911 tomou posse da Escola Feminina de Fermentelos que permaneceu em sua casa até 1922, exercendo o magistério até 19 de Março1930.
OBS: Agradeço a colaboração dos primos Maria Lucinda Melo, Rolando Tomás Rosa e Francisca Rosa que gentilmente me enviaram o livro "Arvore de Linhagem dos Fermentelenses no Século XIX", escrito pelo meu bisavô (Artur Nunes Vidal), como oferta do berço da família Vidal de Fermentelos. Sem eles seria impossível chegar tão longe. Vidal no Brasil Vidal do Estado de Minas Gerais: Família de origem espanhola estabelecida em Minas Gerais, que teve no Capitão Antônio Vidal [1705, S. Mamede, bisp. De Orense, Galiza – 1765], filho de Alonso Vidal, nat. De São Salvador de Sabuzedo, bispado de Orense, e de Ana Maria Campos, nat. de Vila Fria, comarca de Chaves. Do seu cãs., c. 1735, em Minas Gerias, com a carioca , Tereza Maria de Jesus, descendem os Vidal, os Vidal Barbosa Lage (v.s.) e os Vidal Lage, de Minas Gerais.
Vidal da Região Sul do Brasil: Família de origem espanhola, à qual pertence o pedreiro João Batista Vidal e José Vidal, que passaram para o rio Grande do Sul, vindos de montevidéu, respectivamente em 1815 e 1816. Registra-se, ainda, Pedro Alonso Vidal, natural do Paraguai, que passou para São Paulo do Sul (Rio Grande do Sul) em 1819 (Registro de estrangeiros, 1808,307).
Vidal Barbosa Lage – Família de origem espanhola. Importante família de abastados proprietários de fazendas de café, estabelecidos em Minas gerais. Os Vidal Barbosa Lage ou Barbosa Lage (v.s), foram fundadores de Juiz de Fora e ali exerceram, durante cerca de um século, considerável influência política, econômica e social. Um dos seus descendentes, o grande Mariano Procópio Ferreira Lage, pioneiro do moderno rodoviarismo nacional. Outro, Manuel Vidal Barbosa Lage tornou-se durante muito tempo, o chefe conservador do município. Com a proteção social e econômica de seus integrantes, os Vidal Barbosa Lage, legam-se às principais famílias do Estado, constituindo umas das células aristocráticas da “gens mineira” (Vidal,172). A união dos três sobre nomes, teve princípio no Cap. Antônio Vidal [1705, Freg. De S. Mamede de Sobreganade, termo de Monte-Rei, bispado de Orense, Reino Galiza – 1765], dos Vidal (v.s.) de Espanha. O Cap. Antônio mudou-se, posteriormente, para Freg. De Santa Maria de Assunção de Vila Seca, no arceb. De Braga, em Portugal, de onde emigrou para o Brasil, estabelecendo-se em Minas Gerais, onde deixou numerosa descendência do seu cãs., em 1738 na Capela de Nossa Senhora de conceição de Matias Barbosa, com Tereza Maria de Jesus [1722, Irajá, RJ – a. 1789], filha de Domingos Gonçalves Lage e de Micaela dos Anjos Coutinho, patriarcas da famosa família Barbosa Lage (v.s.), de Minas Gerais, por ser esta, Micaela, filha de Antônio Barbosa de Mattos Coutinho, patriarca, por sua vez família Barbosa de Mattos (v.s.), de Minas Gerais, depois de casado, adquiriu a fazenda denominada Juiz de Fora, onde se acha , atualmente , a cidade do mesmo nome. Em 1756, adquiriu a família Correia de Sá, a fazenda Alcaide Mor. Entre os descendentes desse casl, registra-se, I – o Dr. Antônio Vidal Barbosa[c.17..- 14.06.1808]; II – o filho, o Padre Francisco Vidal Barbosa[10.04.1757 – entre 1804-08], abastardo proprietário de terras, proprietário da grandiosa fazenda de Ribeirão da Boa Vista, mais tarde conhecida por Solar dos Vidais. Proprietário, ainda, das fazendas do Alcaide-Mor e Entre-Morros. Deixou geração do seu cas. Com Maria Perpétua do Rosário [-07.11.1822]; IV- o filho, o brigadeiro José Vidal Barbosa [13..09.1759 – bat. a 11.11.1759, na Capela Santo Antônio de Juiz de Fora(outros dizem 29.05.1824), Barbacena, MG], Capitão de Ordenanças. Sargento-Mor do novo Regimento de Milícias da Vila de São José, por promoção de 11.02.1809, de Príncipe D. João. Coronel do Regimento da Cavalaria de Milícias de S. João Del Rei do Rio das Mortesa [D. João – 16.02.1811] e Brigadeiro reformado dos reais exércitos [Reforma por Carta Patente de D. João de 13.051818]. Cavaleiro da Ordem de Cristo[1808]. Juiz Ordinário em Barbacena [1789]. Agraciado com o Hábito da Ordem de Cristo [26.04.1808]. Irmão da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo de São del Rei desde 14.05.1815. Herdeiro das fazendas de Juiz de Fora e do Marmelo, na região de Paraibuna. Proprietário da fazenda de Cachoeira, em Barbacena, MG, com capela dedicada a N, Sª do Carmo. As terras dessa fazenda foram adquiridas em forma de sesmaria em 1791. Obteve 50 datas de terras devolutas em zona de mineração do Paraibuna. A 11.03.1781, obteve do Gov. da Capitania da Minas Gerais, Luiz da Cunha Menezes, uma sesmaria de terras nos fundos da Fazenda do juiz de fora, com meia légua em quadra. Juiz Ordinário de Barbacena, em 1789. Deixou numerosa descendência de seu cãs., em 1788, com Rita Tereza de Jesus [- 02.02.1839, Barbacena, MG], filha de Antônio Gonçalves Silva e de Ana Florência da Purificação; V – o filho, o inconfidente Dr. Domingos Vidal Barbosa [1761, Freg. De N.S. da Conceição do Caminha do Mato, MG – 1793, em Ribeira Grande Cabo Verde, onde estava exilado como conjurado da Inconfidência Mineira], médico. Condenado como inconfidente, foi exilado para Ilha de São Tiago, onde faleceu em fins de agosto ou princípios de setembro de 1793 no Convento de São Francisco cerca de oito meses depois de lá chegar. Estudou primeiramente em São João Del rei e posteriormente no rio de janeiro, indo, a seguir, estudar medicina em Montpellier na França onde se formou em médico cirurgião. Considerado o primeiro poeta juiz de forense, da mesma forma que foi seu primeiro médico cirurgião e seu primeiro herói mártir; A 11.03.1781 recebeu, em forma de sesmaria, meia légua de terras devolutas no sertão do rio Pomba; VI – a filha Tereza Angélica Jesus de Vidal [c.1789, Simão Pereira – 1837], que por seu casamento, a 04.02.1809, na importante família Leite Ribeiro(v.s.), de Minas Gerais, tornou-se a matriarca da família Vidal Leite Ribeiro(v.s),; VII – o neto, coronel Manuel Vidal Lage[-16.10.1835 – com testamento de 13 de outubro de mesmo ano], Coronel de Ordenanças do Distrito de Antônio Moreira, Barbacena, MG [ Carta Patente 02.12.1816]. Em 1781, era proprietário das fazendas Alcademir, Ribeirão da Boa Vista e entre Morros. Deixou geração de seu cas. Em 1800, em Freg. Da Piedade, Barbacena, com Maria Carlota de Lima [- 10.08.1866 – com testamento datado de 17 de setembro de 1864, em Queluz], filha de José Rodrigues Lima, fundador deste importante ramo da família Lima(v.s.), de Minas gerais; VIII – a bisneta , Maria Perpétua Vidal Lage, nascida em 1812 e falecida a 27 de fevereiro de 1837. Matriarca de um dos ramos da família Vidal Barbosa Lage, do seu cãs., com seu primo legítimo, o Coronel Leandro Barbosa, nascido em 1808 e falecido em 1866, filho do Guarda-Mor Leandro Barbosa Teixeira e de Ana Joaquina Vidal; IX – terceiro neto, o Coronel Manuel Vidal Barbosa Lage, nascido em 13 de fevereiro de 1837, na fazenda Ribeirão das Rosas, Juiz de Fora, e falecido a 24 de maio de 1888. O coronel Manuel Vidal Barbosa Lage foi “ Diretor da Estrada de Ferro Juiz de Fora Piau, de 1881 a 1888. diretor do Banco territorial e Mercantil de Minas Gerais. Vereador em. 1881/1884. Pecuarista da RIBEIRÃO DA BOA VISTA”, no distrito da cidade. É titular de rua e de subúrbio na cidade. Investidor imobiliário.” (J. Procópio filho Gente Juiz Forana). Além da fazenda de Ribeirão da Boa Vista, era proprietário das fazendas São Pedro, Monte Belo, Vale Maria e Quinta da Lage. Foi fundador e um dos organizadores da Campanhia Estrada de ferro do Piau; X –o quarto neto, Dr. Francisco Isidoro Barbosa Lage, nascido a 04 de abril de 1865 e falecido a 191 de julho de 1915. “Advogado e Vereador em 1887/89 do conselho de Intendência da república em 1890. Em 1887 Secretário do governo da Província de Minas gerais. Cafeicultor da BOA ESPERANÇA, em Santana do Deserto.”(J. Procópio filho Gente Juiz Forana); XI – o quarto neto, Dr, Oscar Vidal Barbosa Lage, nascido a 12 de Novembro de 1869, em Juiz de Fora e falecido a 07 de março de 1919. “ Engenheiro Pecuarista de RIBEIRÃO BOA VISTA”, no distrito da cidade. Presidente da Câmara e Agente Executivo(prefeito) de 1911 a 1915.é titular de rua e também o é em Matias Barbosa. Membro da Assembléia Municipal republicana, em 1891.” (J. Procópio filho Gente Juiz Forana); XIII – o quarto neto Coronel Manuel Vidal Barbosa Lage Filho, nascido a 05 de novembro de 1875, em Juiz de Fora e falecido em 1946. “Chefe da Sub Administração dos Correios e Telégrafos da Juiz de Fora, em 1913. Cônsul do Brasil em Passos de Los Libras, na Argentina. Pecuarista da QUINTA LAGE, nos arredores da cidade.’ (J. Procópio filho Gente Juiz Forana); XIII – o quarto neto, Cipriano de Lage e Silva, nascido a 01 de janeiro de 1884, em Juiz de Fora e falecido em 1953. advogado. jornalista. Auxiliar diarista da Imprensa Nacional, no Rio de Janeiro, de 26 de novembro de 1907 a 25 de junho de 1908. nomeado delegado do governo junto ao Ginásio”O”Gambery”, no Rio de Janeiro, de 25 de maio de 1910 a 01 de julho de 1910. Nomeado Secretário Geral do Serviço de Recenseamento no Rio de Janeiro d 01 de julho de 1910 a 31 de outubro de 1910. Nomeado chefe da seção da Diretoria geral da Estatística do Rio de Janeiro, por decreto de 14 de novembro de 1910, servindo de 22 de novembro de 1911 a 31 de dezembro de 1925. Interrompendo diversas vezes, para tratamento de saúde. Nomeado para servir a comitiva de Júlio Prestes por ocasião de sua visita aos Estados Unidos da América, por portaria de 17 de maio de 1930. Chefe do gabinete do Ministro Setembrino de Carvalho e chefe do serviço do Ministério da Aeronáutica em 1944. Diplomata. Nomeado Inspetor de Consulados na América do Norte. Central e Ásia, por Decreto de 16 de Outubro de 1926; posto em disponibilidade a 13 de maio de 1931; XIV – o sexto neto, Oswaldo José Lage Mascarenhas, nascido em 1914, em Juiz de Fora, MG. “Engenheiro Industrial, diretor da Cia. Fiação e Tecelagem Bernardo Mascarenhas. Professor na Universidade Federal de Juiz de Fora. Comerciante, posto revendedor da gasolina. Inspirado trovador”.(J. Procópio filho Gente Juiz Forana) XV – sexto neto, Nelson Luiz Lage Mascarenhas, nascido em 1915 e falecido em 1971. “Advogado da Cia. Fiação de Tecelagem Bernardo Mascarenhas. Cedo se transferindo para o rio de janeiro, continuou na sua profissão e foi também advogado do antigo Banco Hipotecário de Minas gerais, da Rede Ferroviária Federal e do Banco do Estado de Minas Gerais. Co proprietário da fazenda “FORTALEZA DE SANTANA”, no município de Rio Novo. Investidor imobiliário e acionário. (J. Procópio filho Gente Juiz Forana). Linha Natural: José Vidal Barbosa Câmara Lage[? – 11.18.1821], neto daquele patriarca, Cap. Antônio Vidal, deixou 2 filhos reconhecidos, havidos em Maria Rosa (de Barbacena) e Ana do Amaral (de Mariana): Luiz Maria Vidal [Barbacena, MG – 25.09.1875, idem]. O primeiro, filho natural reconhecido, havido com Maria Rosa, moradora em Barbacena, foi cãs. Em 1839/40, com Cândida Fernandes Leão, da importante família Fernandes Leão (v.s.), de Minas Gerais. Deste último casamento, nasceu o dr. Luiz Maria Vidal [25.02.1841, N. S. dos remédios, MG – 04.09.1882, Juiz de Fora, MG], homem de grande cultura jurídica e conhecedor de línguas, mortas e vivas.Literato e compositor. Promotor em Barbacena, onde advogou como em Queluz e Juiz de Fora, onde também lecionada fundando, posteriormente, colégios em Ubá (MG) e em Barra Mansa (RJ), aos quais deu o nome de S. Salvador (Vidal,165; Blake, V 435). O segundo filho natural reconhecido, havido com Ana do Amaral, morava em Mariana, foi cãs. Em primeiras núpcias, com Beatriz Olympia Fernandes Leão [- 21.09.1859, Barbacena, MG], irmã da mencionada Cândida, da importante família Fernandes Leão(v.s.), de Minas Gerais; e casado, em segundas núpcias, com Amélia Januária Carneiro, da importante família Januário Carneiro (v.s.), de Ubá, zona da Mata de Minas Gerais.
Vidal Leite Ribeiro- Família de abastados proprietários da fazendas de café, estabelecidas em Minas Gerais, que teve princípio no Cap. Francisco Leite Ribeiro, nascido e batizado na Capela de Madre de Deus da freguesia de São João del Rei, a 13 de agosto de 1780, e falecido a 16 de maio de 1844, em Barbacena, Minas Gerais. Sepultado na matriz de N.S. da Piedade. Deixou testamento, feito na fazenda Louriçal, a 14 de setembro de 1843, aberto a 13 de fevereiro de 1845. Membro da poderosa família Leite Ribeiro (v.s.), de Minas Gerais. Deixou numerosa descendência de seu cãs., a 04.02.1809, na Ermida de N.S. do Carmo da fazenda da Caxoeira, em Barbacena, Mg, com Tereza Angélica de Jesus Vidal {c. 1789, Simão Pereira – 1837], filha do brigadeiro José Vidal de Barbosa, do poderoso grupo dos Vidal Barbosa Lage (v.s.), de Minas Gerais. Entre os descendentes do casl: I – a filha, Ana Tereza Vidal Leite Ribeiro [c.1815, fazenda Caxoeira, Barbacena, MG – 1856, Mar de Espanha, MG], que do seu primeiro cãs., com Dr. Francisco de Salles de Oliveira e Castro, tornou-se a matriarca da família Leite de Castro (v.s.), de Minas Gerais. Foi casada, em segundas núpcias, com Dr. Joaquim Januário Carneiro, membro da importante família Januário Carneiro (v.s.), de Ubá, Minas Gerais; II – o filho, Joaquim Vidal Leite Ribeiro [ 31.10.1818, Barbacena, MG – 07.01.1883, RJ], que foi agraciado com o título [ 15.06.1881] de barão de Itamarandiba. Deixou numerosa descendência do seu cãs. a 30.04.1853, na Matriz de N.S. da Piedade, Barbacena, MG, com Alexina Amélia Caldeira Fontoura [de Andrade}, a baronesa de Itamarandiba, quinta neta de Manoel Rodrigues da Fontoura e de Violante de Oliveira, patriarca da família Oliveira Fontoura(v.s.) de Minas Gerais; III = o filho, Tenente-Coronel Manuel Vidal Leite Ribeiro, nascido em 1827, na Fazenda Louriçal, no antigo distrito de Curato de Nossa Senhora da Mercês do Kágado, Termo de Vila de São João Nepomuceno, Comarca de Paraibuna, atual Mar da Espanha, Minas Gerais, e batizado na Igreja de São José d’Além Paraíba a 27 de maio de 1827. Deixou numerosa descendência de seu cãs. na família Monteiro de Barros (v.s.), de Minas Gerais; IV – o neto, Fernando Vidal Leite Ribeiro [24.07.1865, Juiz de Fora, Mg – 15.06.1936, Rj], que foi agraciado com o título [21.07.1887] de barão de Santa Margarida. Deixou geração de seu cãs. com Margarida de Castro, filha de Guilherme de Castro e de Margarida Pinheiro. Bisneta de Custódio Manuel de Matos – tronco desta família Matos (v.s.), do Rio de Janeiro; V – o neto, Luiz Vidal Leite Ribeiro [10.12.1857, RJ – 08.04.1932, RJ], que foi agraciado com o título [ Dec. 16.02.1889] de barão de Vidal. Comerciante e grande proprietário no Rio de Janeiro, que manteve negócios de vulto com a casa bancária de seu tio Joaquim Vidal Leite Ribeiro. Deixou geração de sue cãs. , com sua prima legítima, Francisca Leite de Oliveira e Silva, da importante família Oliveira e Silva (v.s.), de Minas Gerais, que tornou-se a baronesa de Vidal; VI – a neta, Ana Elisa Vidal Leite Ribeiro,que foi casada com Antônio Antunes de Siqueira, irmão da baronesa de Bonfim, ambos da importante família Antunes de Siqueira (v.s.), de Minas Gerais; VII – o neto, Manuel Vidal Leite Ribeiro [15.11.1870, fazenda Bela Aurora, Angustura, MG-] , fundador, em Angustura, da casa comercial Carcarena, uma das mais fortes e acreditadas casa do Sul de Minas Gerais e da zona da Mata; e VIII – o bisneto, Armando Vidal Leite Ribeiro [13.01.1888, Petrópolis, RJ- Rio, RJ], que oi o grande genealogista da família Leite ribeiro. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela faculdade do Rio de Janeiro(1908). Foi professor da Escola Superior de Comércio do Rio de Janeiro e da Escola Normal e da extinta Academia de Altos Estudos, criada pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Foi presidente da Ordem dos advogados do Brasil e membro do Conselho Superior. Vice-presidente do Instituto dos Advogados do Brasil. Membro da Sociedade de Direito Internacional e da Internacional Law Associaion, dentre outras. Representou o Brasil na conferência econômica de Buenos Aires (1934) e na convenção da UNESCO em Paris e Washington sobre direitos autorais. Foi também secretário Geral de Finanças da Prefeitura do rio de janeiro (1945-46 e 1951-52). Secretário de Administração (1946). Presidente do Banco da Prefeitura (1953-54) e Diretos da Cia. Siderúrgica Nacional (1946-54). Ingressou no Colégio Brasileiro de Genealogia em 30.09.1959 e foi eleito titular em 05.11.1968. Vice-Presidente do colégio brasileiro de Genealogia, para o período 1964-67 e 1967-70. Membro do Conselho de Administração (1961-64;1964-67;1967-70). Publicou a genealogia de seus familiares: A família Vidal Leite Ribeiro, deixando ainda dezenove outros títulos na área de sua atividade profissional. Foi ocupante da Cadeira Nº 12, do Colégio Brasileiro de Genealogia, cujo patrono é o genealogista Cônego Raimundo Otávio Trindade [ver família Trindade]. Depois de sue falecimento, seu nome foi escolhido para patrono da cadeira número 17 do Colégio Brasileiro de Genealogia, que teve por primeiro e atual ocupante, o genealogista Alexandre Miranda Delgado.
Vidal, Barão de – Título nobiliárquico (estudo das origens e tradições das famílias nobres e dos apelidos, armas, brasões, etc., da nobreza), passado a 16.02.1889, para um membro da família Vidal Leite Ribeiro (v.s.), de Minas gerais. Título de origem de origem antroponímica, tomado ao sobre nome da família.
Vidal, Baronesa de – Título nobiliárquico em uso por via de casamento. Ver família Oliveira e Silva, de Minas Gerais.
Vidal de Negreiros - Sobrenome de importantes famílias estabelecidas na Paraíba, Pernambuco e no
Rio de Janeiro. Os da Paraíba e Pernambuco de origem portuguesa, procedem de Francisco Vidal [Santarém – Paraíba], que deixou geração com Catarina Ferreira, da
Ilha de Porto Santo. Foram pais, entre outros, de André Vidal de Negreiros { Paraíba-1681,PB], Cavaleiro da ordem de Cristo[1642], Comendador da Ordem de Cristo[1654]. Conselheiro de S. Majestade. Alcaide-Mor das Vilas de Marialva e Moreira. Mestre de Campo (1650). Governador do Estado do
Maranhão e Grão Pará (1655). Governador de Pernambuco. Governador de Angola. Deixou 19 filhos. Os do Rio de Janeiro procedem do Cap. Manuel Vidal de
Negreiros, n. em Setúbal, e fal. Antes de 1728. Filho de José Vidal. Deixou descendência, do seu cas. No rio em 1672, com Úrsula da Maia, n. no Rio, em 1651.
Vidal da Região Norte/Nordeste do Brasil: (Construção...) Veja uma parte em genealogia da autora no link acima a direita.
 
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![]() Brasão Heráldica: I – De Aragão: um escudo partido: primeiro, em campo azul, com uma aza de prata abatida e uma bordadura denticulada de oito peças do mesmo; segundo, esquartelado: os primeiros e quarto quartéis em campo vermelho com um leão de prata, e os segundo e terceiro quartéis, em campo de outro, com uma rosa hasteada e folhada de vermelho. Timbre: quatro plumas de ouro, verde, azul e vermelho, reunidas em ponta; II- outros: um escudo em campo de prata, com 5 folhas de videira de verde. Timbre: uma folha de escudo (Armando Mattos, Brasonário, II, 159).
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