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PRECE POR UMA NOVA SEMANA

Senhor!... Inicio uma nova semana e para ela peço a sua bêncão e o seu cuidado!
No correr dos dias, múltiplas situações estarão se desenrolando perante minha vida, aguardando-me a reação... Sei que posso, se movido por bons sentimentos, engrandecer, construir e realizar infinitamente para o bem, meu e de meus semelhantes... Mas sei também que, se permitir que sentimentos inferiores nortearem meus atos, posso contrair dívidas dolorosas para com a Tua Justiça, e as quais me serão cobradas indubitavelmente mais dia, menos dia!...
Se eu prestar atenção aos Teus sinais, Senhor, sinais que deixas amorosamente no caminho dos filhos, posso fazer o melhor nesta semana. Na vida de tantos irmãos que estarão em contato comigo, posso ser o exemplo que engrandece, o gesto que salva, a palavra que cura, o carinho que eleva... Posso ser o mensageiro do amor, a portador da notícia alegre, o dono da presença feliz, posso ser o sorríso, a esperança, o amanhã, posso ser Tu, estendendo a mão àqueles que Te necessitam, em teu nome!...
Posso realizar incontavelmente no campo do Bem, Senhor, basta eu querer.
Por isso, peço a tua bênção para que eu realize presentemente ao menos um pouco do muito que eu sei que posso realizar, no terreno da melhoria e da dignidade, para que a minha própria vida seja cada vez mais digna e melhor!

Assim seja!

André Luiz, IDEAL André, 11.11.2002*

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BREVE ESTUDO SOBRE O TEMA

O MAIOR NO REINO DOS CÉUS

Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando:
- Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?
E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles. E disse:
- Em verdade lhes digo que, se não se converterem e não se tornarem como crianças, de modo algum entrarão no reino dos céus!... Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. E quem receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe...

(Mateus 18, vs. 1-5)

Essas máximas são a conseqüência do princípio de humildade que Jesus não cessa de colocar como condição essencial da felicidade prometida aos eleitos do Senhor, e que formulou por estas palavras: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus." Ele toma uma criança como modelo da simplicidade de coração e diz: "Será o maior no reino dos céus, quem se humilhar e se fizer pequeno como uma criança; quer dizer, quem não tiver nenhuma pretensão de superioridade ou de infalibilidade.
O mesmo pensamento fundamental se encontra nesta outro máxima: "Que aquele que quiser tornar-se o maior, seja vosso servidor", e nesta: "Todo aquele que se rebaixa será elevado, e todo aquele que se eleva será rebaixado."
O Espiritismo vem sancionar a teoria, pelo exemplo, em nos mostrando grandes no mundo dos Espíritos aqueles que eram pequenos na Terra, e freqüentemente, bem pequenos, aqueles que nela eram os maiores e os mais poderosos. É que os primeiros levaram, em morrendo, aquilo que, unicamente, faz a verdadeira grandeza do céu e não se perde: as virtudes; enquanto que os outros deveram deixar o que fazia a sua grandeza na Terra, e não se leva: a fortuna, os títulos, a glória, o nascimento; não tendo nenhuma outra coisa, eles chegam no outro mundo desprovidos de tudo, como náufragos que tudo perderam, até suas vestes; não conservaram senão o orgulho que torna sua nova posição mais humilhante, porque vêem acima deles, e resplandecentes de glória, aqueles que espezinharam na Terra.
O Espiritismo nos mostra uma outra aplicação desse princípio nas encarnações sucessivas, onde aqueles que foram os mais elevados numa existência, são rebaixados à última posição, numa existência seguinte, se foram dominados pelo orgulho e pela ambição. Não procurem, pois, o primeiro lugar na Terra, nem se coloquem acima dos outros, se não quiserem ser obrigados a descer; procurem, ao contrário o mais humilde e o mais modesto, porque Deus saberá lhes dar um lugar mais elevado no céu, se o merecerem.
(O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Cap. VII, ítem 6)

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MENSAGEM DE ANDRÉ LUIZ

BRANDURA

Insignificante é o pingo d'água, todavia, com o tempo, traça um caminho no corpo duro da pedra.
Humilde é a semente, entretanto, germina com firmeza e produz a espiga que enriquece o celeiro.
Frágil é a flor, contudo, resiste à ventania, garantindo a colheita farta.
Minúscula é a formiga, mas edifica, à força de perseverança, complicadas cidades subterrâneas.
Submissa é a argila, no entanto, com o auxílio do oleiro, transforma-se em vaso precioso.
Branda é a veste física, que um simples alfinete atravessa, todavia suporta vicissitudes incontáveis e sustenta o templo do Espírito em aprendizado, por dezenas de lustros, repletos de necessidades e padecimentos morais.
O verdadeiro progresso prescinde da violência.
Tudo é serenidade e seqüência na evolução.
Aprendamos com a Natureza e adotemos a brandura por diretriz de nossas realizações para a vida mais alta, mas não a brandura que se acomoda com a inércia, com a perturbação e com o mal e sim aquela que se baseia na paciência construtiva, que trabalha incessantemente e persiste no melhor a fazer, ultrapassando os obstáculos que a ignorância lhe atira à estrada e superando os percalços da luta, a sustentar-se no serviço que não esmorece e na esperança fiel que confia, sem desânimo, na vitória final do bem.

ANDRÉ LUIZ
(Do livro "Caridade", cap. 15, F.C.X., edição IDE)

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* Reprodução parcial ou total somente com a autorização expressa do Instituto
de Divulgação Espírita André Luiz -
IDEAL André.
 
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NOCTURNE
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