Culto
Psicodélico
Produzido Por Música
Contemporânea
Ou
Contextualizada
COMPILHADO
POR MARCELO DE OLIVEIRA
LIMA
Extraído
[Da apostila,
contextualização autêntica – Pr. Laerton] com leves alterações.
É por natureza pragmática, relativista, mundana, portanto, anti-bíblico.
Culto com ênfase na Experiência e
Sentimento Religioso
ou seria melhor dizer, apostasia sentimentalóide.
Culto Psicodélico - Onde as
emoções reinam e norteiam absolutas atrofiando o intelecto,
imbecilizando
(espiritualmente) seus adeptos.
1) O Culto verdadeiro é primeiramente
RACIONAL – Romanos 12.1,2; I Coríntios
14.15,33,40
2) Culto que marginaliza a Bíblia
- A Bíblia é usada, não como texto,
mais como pretexto ou excitante das experiências emocionais e místicas
da
multidão; de fato, a autêntica pregação do evangelho é substituída por
uma
pregação água com açúcar, demagógica e mercenária, onde os aspectos
radicais do
evangelho são amenizados ou totalmente tirados. Em muitos casos a
pregação é
trocada pelos múltiplos testemunhos de curas, prosperidade, exorcismos
etc.;
Além, do alongamento quase interminável de cânticos, teatros, (de
Quinta
categoria diga-se de passagem) e
apresentações
“especiais”.
3) Culto místico - onde a fé
é algo mais a ser sentido do que
entendido. No misticismo perde-se o vínculo com o racional e consciente
[aquilo
que pode ser explicado e verbalizado] e afunda-se no inconsciente em
busca do
êxtase ou percepção sobrenatural, direta e especial de Deus.
Isto não só leva ao
fanatismo e superstição, como faz o místico ser cada vez mais
valorizado, e a
Bíblia cada vez menos, como única fonte de revelação divina. Sua busca
psicótica (insana) por sinais, poderes miraculosos e novas revelações
contemporâneas, faz da Bíblia um livro obsoleto, irrelevante. A Bíblia
é trocada
pelo profeta de plantão, ou pela pessoa que alega ‘Ter comunicação
sobrenatural
direta com Deus, a viva voz’.
A Bíblia condena o misticismo ou a tentativa de buscar Deus usando
apenas os sentimentos ou sentidos como
guia: “E digo,
e testifico no Senhor para que não andeis mais como andam também os
outros
gentios, na vaidade do seu sentido,
entenebrecidos no entendimento...” (Efésios 4.17-18) - ou seja,
o
misticismo é coisas para descrente, e não
para crentes
genuínos.
4) Culto do Descontrole
emocional - As emoções literalmente explodem
em gritos, urros, choro, tremores, suspiros, quedas, calafrios,
delírios e em
alguns casos, em histeria coletiva. Este descontrole é condenado
5) Culto aeróbico ou Culto do
Corpo – Onde o corpo vestido de acordo
com a moda sensual do mundo, balança solto em coreografias nunca antes
imaginadas para um templo cristão. O movimento é liberado em danças e
ginásticas rítmicas e psicodélicas de grande estimulo místico e
sensual, na
realidade, tudo passa a ser regido pelo compasso da carne e não do
Espírito. O
resultado disto tudo é lastimável.
O culto Bíblico deve ser uma
manifestação do espírito e não do corpo – João 4.23-24
“cantando
e salmodiando ao Senhor em vosso coração”
Fala de uma devoção interior – Efésios 5.19.
O corpo deve ser “esmurrado”
e não estimulado carnalmente
– I Coríntios
5) Culto Psicológico [falsamente
dito espiritual] - Onde tentam numa
imitação, barata e falida da terapia de grupo mundana, e pelo soltar-se
do corpo
e da mente - trazer extravasamento emocional e psicológico, além de
satisfação
e saúde psicológica, porém o resultado é patológico ou instalador de
enfermidades espirituais – O adorador é levado a imaginar que deve
sempre estar
se sentido bem, vitorioso, e animado – quando a vida com Cristo é
fraqueza,
fortalecida pela graça. No reino da graça não há lugar para o super
crente, mas
somente para o crente humilde e sincero, que espera confiadamente em
Deus, sem
ter de lhe exigir ou cobrar ou determinar nada - A saúde e força
espiritual do
crente não devem ser derivadas do efeito psicológico exercito pela
explosão
emocional de um grupo.
6) Culto fabricador de
espiritualidade sintética - O que conseguem é
causar ilusão coletiva - criar uma espiritualidade emocional fantasiosa
e
passageira – não real, onde mesmo alguém que vive escandalosamente no
pecado
pode participar do louvor (do extravasamento ou descarrego)
animadamente, pois
a ênfase não é racional, não passa pela consciência.
É um culto visceral,
onde o som da batida forte das bateria e
dos mais diversos tambores, junto com o
balanço do corpo, faz alguns adoradores se sentirem com a consciência
aliviada,
e outros que exploram o lado místico sintam-se super poderosas e
dotadas de
grande autoridade sobre as outras pessoas; outras ainda, estimuladas
nas
regiões chamadas neuróticas do cérebro, falam uma confusão silábica,
enganosamente chamada de “dom de falar línguas estranhas”.
Culto existencialista –
Marcado pela tensão entre a satisfação aqui -
agora e a insatisfação vinda quando o novo sofre o desgaste da rotina -
onde a
busca pelo sentir-se sempre bem gera ansiedade e procura constante de
renovação
do culto e das novidades estimulantes – ainda, nesta busca frenética e
desnorteante, quase tudo é válido, desde que feito em nome de Jesus.
Culto Contextualista
– Incorpora os
mais diversos elementos da cultura mundana, chegando as raias do
absurdo – Por
exemplo:
Ritmos mundanos que são
conhecidamente alienantes, provocadores de sensualidade e descontrole
emocional,
tais como: Rock in Roll, Samba, Timbalada, Regae, Forró, Frevo, Rip-Rop
etc.
Criação de blocos de
carnaval evangélico, com direito a samba enredo, coreografia
carnavalesca,
fantasias, etc. – Isto com a falsa desculpa de evangelizar o pecador no
seu contexto,
no seu ambiente numa linguagem relevante
que fale a
ele. – Esta desculpa é anti-bíblica e absurda. Se não, vejamos. É
imaginar, que
alguém que caiu num profundo buraco cheio de lama e fezes, do qual não
pode
sair, mas que só me escutará e me deixará ajudá-lo depois que eu caia
também na
fossa com ele. É ridículo. A chamada sabedoria humana dos pastores e
líderes
modernos, não passa de loucura para Deus e objeto de ridicularização ao
mundo.
Culto-clube social – Onde o papel e interesses sociais
determinam os freqüentadores –
Igrejas Neo-evangélicas Aburguesadas. Características de seus
membros:
Brancos em sua maioria;
classe média; economicamente estáveis; boa educação; bom poder
aquisitivo; fácil
acesso aos bens de consumo e diversões mundanas (Clubes; Teatros,
cinemas,
viagens de turismo, bebidas sociais, etc. ..)
– Eles
são: Funcionários Públicos; Profissionais Liberais; Empresários. Todos querendo o céu e o mundo – Exigem novas
formas de culto onde se possa estar em paz com Deus, sem restringi-los
de gozar
as benesses que o mundo tem a oferecer e que eles podem comprar. A
opção
preferencial pelos ricos é nítida.
Igrejas Neo-pentecostais
(em geral as matrizes) – As mesmas características acima;
Igreja Neo-evangélicas,
Pentecostais e Neo-pentecostais da periferia das capitais – Mistura de
pretos,
pardos e brancos, em sua maioria, empregados de baixo salários, baixo poder aquisitivo, poucos com nível de faculdade.
– Buscam
nas experiências místicas, nos poderes e milagres, a superação da sua
condição
de excluídos da sociedade [pobres]. – Querem poder, cura e
prosperidade, querem
status espiritual e social. – Para isto, fazem votos, correntes, e todo
tipo de
negociata com Deus, só que Deus não topa.
Culto antropológico-Sincretista-
Ecumênico – Embora falem
muito do
Espírito Santo, de culto como encontro com Deus, na realidade, a
prioridade é
dada ao homem, suas ansiedades, suas necessidades, o que pode lhe
agradar ou
ofender a sua sensibilidade cultural e psicológica. De modo que,
tenta-se a
quase qualquer preço reduzir ao máximo qualquer choque traumático com
as
culturas sociais e religiosas vigentes.
Para isto, tomaram de
empréstimo a dança e os tambores e bateria, das bandas de Rock in Roll,
dos
clubes noturnos e das religiões espíritas (Xangô, Candomblé, Umbanda
etc.; O
misticismo das religiões orientais (Hindus e Budistas); Ênfase cada vez
menor
em Doutrinas distintivas absolutas, ou seja, evitam tomar posições
firmes na
área de doutrina, para poder mudar quando quiserem ou fazer
conchavos ecumênicos sem ter muitas explicações a dar ou passar por
constrangimentos;
Culto do Marketing - Todo um marketing, ou pesquisa de campo
para saber o que melhor
agrada ao cliente-membro são feitos, tudo
para que o
culto seja agradável ao povão, de modo, que o templo, seja literalmente
um “clubão”, com direito a tudo que tem de
mais moderno, em termos de massageamento psicológico do eu,
levantamento
neurolingüístico da auto-estima, show pirotécnico, recreação e lazer
não muito
longe dos padrões do mundo, etc.
Culto Espetáculo-Show – O pastor deixar de ser o pregador, para ser
o
animador de palco, a platéia se transforma num grande circo, ou casa de
show,
onde artistas bem pagos se apresentam com testemunhos , bandas e conjuntos de música
gospel que
tecnicamente rivalizam com os honestos cantores do mundo (digo honesto,
porque
sabem o mal que seus e ritmos e músicas fazem, e não tentam
travestí-los de
cristianismo) e músicas criadoras de excitação de massas. O ambiente, o
programa, a pregação açucarada, o ofertório, e o apelo, são montados
para
produzir os efeitos psicológicos previamente arquitetados. Do ponto de
vista
humano, tudo parece muito gostoso e agradável, tanto que seduz e
arrebanha
grandes multidões. Muitas vezes são igrejas superlotadas, capazes de
levantar
grandes somas de dinheiro em um só culto, mas o povo não se queixa da
extorsão
religiosa, afinal, pagaram para Ter um show que lhes agradasse, foi o
tiveram,
portanto, não têm do que reclamar.
Que Deus dê entendimento
para o seu povo verdadeiro, e assim não sejam enredados por estes
engodos.
Se você ou sua Igreja faz
parte de um desses grupos reavalie suas crenças em Deus, e em sua
Palavra.
Deus
o abençoe!!!!
Fonte: http://geocities.yahoo.com.br/igbatistapp