Investguia - Aprenda a ter sucesso nos investimentos!  
Suas Finanças
Entenda suas finanças
As 5 Regras de ouro
Juros compostos
A Regra de 72
Ativos x Passivos
Entendendo os riscos
Perfil do investidor


Por que e onde investir
O que é Mercado Financeiro
Poupança, fundos de renda fixa
CDB, Debêntures, Títulos Públicos
Fundos de renda variável, imóveis
Dólar, ouro
Ações


  Como investir
Plano de investimento
Saiba investir com sucesso
AÇÕES - investindo
AÇÕES - sobre os riscos
AÇÕES - negociando online



  Mais informações
Independência financeira
Livros
Indices  
Links Financeiros 
Solidariedade 
Download grátis



 

ATIVOS DE RENDA FIXA

 

  São investimentos que pagam, em períodos definidos, uma certa remuneração, que pode ser determinada no momento da aplicação (pré-fixado) ou no momento do resgate (no final da aplicação - pós-fixado). Para entender o que é um título de renda fixa imagine cada título como um empréstimo. Cada vez que você compra um título de renda fixa você está  emprestando dinheiro ao emissor do título (que pode ser o seu banco, uma empresa ou o governo). Os juros cobrados são o pagamento que você recebe por emprestar seu dinheiro. Todos os significados dos índices e taxas você encontrará na página ÍNDICES deste site. 

  Os títulos de renda fixa podem ser públicos ou privados. 

- PRIVADOS:

  Os principais títulos de renda fixa privados são:

1- Caderneta de poupança: é a aplicação mais conservadora. É um investimento de pouco risco e por isso o retorno também é muito pequeno. O rendimento é de 0,5%+TR ao mês. A TR (Taxa Referencial) é calculada diariamente com base no CDB. Sobre a rentabilidade da poupança não é preciso pagar o imposto de renda e a CPMF é devolvida caso a aplicação fique depositada por mais de três meses. A liquidez é de 30 dias - isto quer dizer que se você sacar seu dinheiro antes dos 30 dias você perderá a remuneração.

2- Fundos de investimentos de renda fixa:  os fundos de investimentos podem ser de renda fixa ou renda variável e são os investimentos mais comuns no mercado. Os fundos de investimento funcionam como um condomínio de investidores, ou seja, comparando com um condomínio de um apartamento os condôminos (ou investidores) deixam a administração do prédio (ou carteira do fundo) para o síndico (ou gestor do fundo). Em um fundo de investimento, o administrador do fundo aplica os recursos dos investidores em vários tipos de ativos (patrimônio do fundo) de forma a aumentar o retorno e minimizar o risco da carteira do fundo. O investimento em fundos é indicado para quem quer diversificar os seus investimentos com a orientação financeira de especialistas na administração dos diversos tipos de ativos que compõem a carteira do fundo. 

 Os fundos de renda fixa podem ser divididos em: 

  • Referenciados: tem como referência um índice, que pode ser o CDI, dólar, euro, Ibovespa, etc. Exemplos de fundos referenciados:

    Fundos DI: o retorno está atrelado à variação do CDI (juros praticados entre os bancos, quando emprestam dinheiro uns dos outros).  Esses fundos têm um perfil bastante conservador e são recomendados quando a taxa de juros está alta (taxa Selic).

    Fundos Cambiais: esses fundos são recomendados para pessoas que querem manter o valor do seu patrimônio em dólar, pois aplicam seus recursos em títulos de renda-fixa indexados ao dólar (que têm como referência o dólar). Esses fundos são recomendados para pessoas que têm dívidas em dólar, ou que acreditam que o real vai desvalorizar. Ou seja, a rentabilidade acompanha o câmbio do dólar. Se o dólar sobe, a rentabilidade sobe e vice-versa.

  • Não Referenciados: os fundos incluídos nesse grupo não precisam seguir o desempenho de um índice específico, e por isso podem aplicar seus recursos em títulos de renda fixa pré ou pós-fixados. Dentre os fundos não referenciados estão incluídos os fundos de renda fixa tradicionais, cujo retorno varia de acordo com a estratégia adotada pelo gestor do fundo.

  • Genéricos: em geral são fundos com um perfil de investimento um pouco mais agressivo do que o dos referenciados e não referenciados, pois têm liberdade para decidir como investir seus recursos. Até 49% do patrimônio do fundo pode estar investido em ações. Dado o perfil de risco desses fundos, recomenda-se uma análise ainda mais detalhada do estatuto do fundo. Exemplos de fundos genéricos:

    Fundos Derivativos: são opções de investimento que buscam superar a variação do CDI. Por isso atuam em diferentes mercados, independentemente de suas tendências de alta ou baixa.  Esses fundos tendem a investir de forma agressiva de forma a maximizar o retorno.

    Fundos multicarteira: esses fundos investem parte do seu patrimônio em renda fixa e parte em ações, podendo incluir também derivativos.

    Fundos FIEX: esses fundos investem seu patrimônio em ativos externos, no mínimo 80% do patrimônio investido em títulos da dívida externa brasileira, e até 20% em qualquer título de crédito negociado no mercado internacional, com um limite de concentração máximo de 10% em títulos de um mesmo emitente.

  As taxas e impostos têm grande importância na rentabilidade do fundo pois variam entre os diversos fundos e entre os bancos também e por isso podem acabar reduzindo substancialmente o retorno do seu investimento. São cobradas taxas de administração sobre o valor aplicado que pode variar de 0,5 a 2% ao ano e 20% sobre o lucro de imposto de renda.  Saiba mais detalhes dos fundos visitando a seção investimentos dos sites dos bancos. 

 

          Página Inicial 

 

 

 VISITE A LIVRARIA 

 

 

 

 

 

 

2003 InvestGuia - Todos os direitos reservados.
    As informações apresentadas neste site são apenas de proposta educacional. Os usuários assumirão todos os riscos das ações que forem resultantes da leitura e interpretação deste material. Este site não contém indicações de investimentos nem de empresas em particular.

 

 

 

 





       

1