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Resenha produzida por:
Autor desconhecido
Fonte: Jump Gold Selection
Tradução e Adaptação: Michael Serra e Leonardo
Ferreira
Explicação: Isto é uma novela que se situa após a batalha do
Santuário e antes da Saga de Asgard. A Novela foi publicada na revista
Jump Gold Selection: Saint Seiya Anime Special 3. O autor não é Masami
Kurumada, contudo é uma história oficial, escrita por Yoshiyuki Suga e
com ilustrações de Shingo Araki (o principal desenhista da série de
TV) e Himeno Michi. (Traduzido para o português por Michael Serra e
Leonardo Ferreira).

Athena! Ooi Naru Ai O Grande Amor de Athena!
Capítulo I Florescimento.
As doze chamas que marcavam o passo do tempo na
torre do relógio de fogo já haviam se apagado. No céu noturno, como
se estivesse tratando de aliviar as feridas dos jovens que pela primeira
vez na história haviam desafiado o Santuário na chamada batalha das 12
Casas, o resplendor de inúmeras estrelas iluminava suavemente.
A cruel batalha que havia durado mais de 12 horas,
aqui havia chegado ao seu fim.
Mesmo depois de que os cavaleiros de ouro
sobreviventes terem levado Shiryu eseus companheiros para serem
atendidos medicamente, Saori continuava abraçada a Seiya, apertando-o
contra seu peito. Por mais que chamasse a Seiya, já não lhe restavam
forças para responder e ela sequer podia secar suas lágrimas que
escorriam livres por suas bochechas. Saori continuava chamando por Seiya
desde o fundo de seu coração.
- Seiya.......
Quantas vezes havia pronunciado esse nome...
Na época em que Saori era uma criança caprichosa
e egoísta, antes de compreender seu próprio destino com Athena, Seiya
era o único que a enfrentava abertamente.
Seiya, ao que havia se separado de sua irmã, seu
único familiar neste mundo, ao que havia sido posto como candidato a
cavaleiro e forçado a um duríssimo treinamento, como aquele que se
pensa que não vale nada e se converte em um brinquedo jogado ao vento,
odiava seu destino e com todas as forças tratava de voltar toda sua
impaciência e sua ira sobre Saori.
Saori quanto mais se voltava contra ele pensava que
mas o odiava, mas sem embargo, já desde sua infância havia
compreendido uma coisa:
- Seiya e eu nos parecemos...
Como única herdeira da fundação parecia que
vivia uma vida sem privações, mas na realidade Saori não tinha
ninguém a quem confiar seu coração, estava só. Ainda que com muitos
serventes e aspirantes a cavaleiro ao seu redor, isto não a confortava.
Saori sentia como todos eles baixavam a cabeça
perante sua autoridade de presidente da fundação Mitusmasa Kido, não
perante ela por sua própria vontade. Sua solidão, impaciência,
instabilidade, ira... quando olhava a si mesma nos olhos de Seiya se
dava conta de que eram iguais. E durante isso atormentava Seiya,
contudo, gritava no fundo de sua alma:
- Seiya... diz-me... Que deveria fazer agora? O que
será de mim?
Tão logo compreendeu seu destino como a deusa
Athena, Saori havia tentado assassinar-se.
Havia seis anos que Seiya e os demais, para obter
suas armaduras, haviam sido dispersados pelo mundo. Quando regressaram
ao Japão ela os ofertou uma nova prova, o chamado Torneio Galáctico.
Para conseguir suas armadura haviam sofrido muitíssimo e ela, agora,
cruelmente os haviam ordenado que lutassem entre si.

Saori, certamente, comportava-se como a rainha ante
qual os escravos que lutavam no Coliseu, já desde as antigas lendas
gregas, se inclinavam e admiravam. Ao menos não havia dúvida de que é
assim que olhava Seiya e os outros.
Mesmo quando o semblante de Seiya, que vestia a
Armadura de Pégaso e que havia se desenvolvido vigorosamente,
desprendía a transbordante auto-confiança do cavaleiro em que se havia
convertido e que se encontrava perante ela, os olhos de Saori que o
contemplavam seguiam vendo-o com no passado.
Saori trazia suas palavras de agradecimento a
Seiya. De que serviria dizer estas palavras agora?
O cosmos que Athena despertava dentro de si fazia-a
sentir claramente que este Torneio Galático não seria mais que um
fácil prelúdio, e que de agora em diante excessivas batalhas
envolveriam a Seiya e os outros cavaleiros.
Desde então, passaram tempos tormentosos e em
algum momento desapareceu a fria tirania entre Saori e os Cavaleiros. Em
cada momento de duras provas ou de repetidas batalhas que passaram
juntos, cada vez que superavam um obstáculo, a distância ia se
estreitando.
Saori já não era Saori Kido, era Athena... Seiya
e os outros como Cavaleiros de Athena haviam protegido a Saori e não a
deusa. Por isso Saori queria protegê-los.
- Saori san!, Athena!, Seiya!
Durante toda a batalha o sorriso de Seiya que
atravessava as barreiras do tempo, em alguns momentos, chegou a
deslumbrá-la
Certamente, Seiya não o oferecia para Saori Kido,
sim para Athena e para o símbolo da paz que ela representava e traria a
terra.
Sem embargo Saori se alegrou de poder devolver esse
sorriso de dentro de seu coração. Quando eram crianças, o seu
coração chamava a Seiya e a resposta a sua súplica agora foi
convertida em um doce sorriso. Quando esse cálido sentimento batia em
seu peito, de repente Saori desejava ser Athena, voltava a ser uma
simples jovem. Ainda mas agora quando sentia o calor do rosto de Seiya,
ferido e exausto, como se durmisse, repousando em seu peito, a dor
provocada pela flecha de ouro disparada por Tremy de Sagitta
desaparecia e se convertia em uma sensação de bem-estar. Sem ter os
Cavaleiros que enfrentar cruéis batalhas. Sem ter que levar em suas
costas a pesada responsabilidade de Athena, assim, desta forma, desejava
estar para sempre.
A expressão do rosto de Saori que erguia a vista
lançando um pedido à estátua de Athena que se erguia dominante bem ao
seu lado, era a expressãode Saori Kido, uma simples garota que
certamente parecia assustada como um passarinho que começa a levantar
vôo.
Havia um homem que alí estava silenciosamente
vigiando os movimentos de Saori. Mu, o Cavaleiro de Ouro de Áries

Capítulo II O Amor de
Athena.
Na manhã do dia seguinte, uma onda de clamores que
rompiam o silêncio sacudiu o Santuário. Era o clamor que todos
alçavam para saudar Athena e celebrar sua chegada. Devido a
conspiração de Saga de Gêmeos sua figura havia estado em volta a um
véu de mistério e inclusive alguns duvidaram de sua existência, mas,
agora a mesma deusa se mostrava perante eles em toda sua formosura e
nobreza.
Todos os habitantes do Santuário se regozijavam do
resultado da batalha e da vitória da justiça e rezavam, confiavam em
que de agora em diante a paz duraria para sempre. Esse era o mesmo
sentimento que pairava em Saori. O Santuario que era um lugar que se
podia considerar como um ponto chave para a manutenção da paz na terra
se havia convertido em um campo de batalha e sangue de muitos amigos
havia sido vertido. No doce, e repleto de força, sorriso que Athena
devolvia aos que estavam perante ela não percebiam nenhum ponto
obscuro.
Exceto uma pessoa...
Nos arredores do Santuário, em um bosque se erguia
silencioso um antigo e pequeno templo que nada advertia. Era conhecido
com "A Fonte de Athena", mas isto não era. Ali existia sim
uma formosa fonte de brisas refrescantes. Ficou conhecido assim porque
os ares desses arredores durante mil anos pareciam anestesiar a pele,
gelando-a.
Inclusive dentro do Santuário poderia se dizer que
quase ninguém conhecia a existência deste templo. Era como uma UTI
para Cavaleiros. E tanto Seiya como seus companheiros, os cinco, que
haviam chegado agonizando por causa das graves feridas recebidas nas
batalhas, agora estavam sendo ali atendidos em tudo o que se fosse
possivel fazer por eles (o texto não explicita quem são eles, mas
devem ser médicos do Santuário /n.t). Nesse bosque de sombras verdejantes, como um belo
vestido, completamente branco, quase transparente, Saori andava
temerosa.
- Imaginava que vinhesse Athena...
Perante ela Mu se ajoelhava.
Mu, nesse momento, não percebeu realmente a
expressão de Saori, o medo que por um instante apareceu em seu rosto. O
medo de quem se crê culpada de um terrível crime, algo que não era
próprio de Athena.
- Certamente Mu... Como sou Athena é natural que
me preocupe com o estado de meus Cavaleiros, os Cavaleiros de Athena.
Além do mais... é por minha culpa que eles...
- Se são Cavaleiros é normal que sejam feridos em
nome de Athena e inclusive mesmo que morram em seu nome. Deve sentir-se
satisfeita com eles. Isso é algo que já devia saber bem.
Mu estava lendo seu coração e compreendia
perfeitamente que a garota que estava ali não era Athena, era Saori
Kido.
- Mas se eu chegar a perder o Seiya... eu...
Só com esse pensamento se mostrava mais frágil
que o vestido de seda que levava.
- Por favor, abraça-me Mu...
- Não é permitido que o amor de Athena seja
vertido sobre um só Cavaleiro... O Amor de Athena deve ser para todos
seus Cavaliros por igual.
Saori tentou escapulir de Mu, mas por Alguma razão
suas pernas pareciam estar atadas e não podia se mover.
- O Amor de Athena...é de um Cavaleiro...só um...
Saori tinha a sensação de poder ouvir os gemidos
e o fraco batimento do pulso de Hyoga, Shiryu, Shun e Ikki que junto com
Seiya permaneciam inconscientes na Fonte de Athena. Tentando com todas
as suas forças voltar a fazer arder a chama de suas vidas que se
desvanecia.
E não só eram eles, o coração de Saori se
compungia ao recordar os numerosos cavalheiros que por Athena haviam
caído e derramado seu sangue.
Antes desta situação Mu lhe explicou a Saori a
origem do nome da fonte de Athena.
Nos tempos mitológicos, cada vez que teve lugar
uma guerra sagrada, os cavaleiros que recebiam feridas mortais eram
carregados a esse templo. Se dizia que uma batida dos cavaleiros podía
rasgar o ar, romper o solo. Inclusive os que levavam armadura de bronze
num segundo podiam lançar mais de 100 golpes que ultrapassavam a
velocidade do som. Os cavalheiros de prata podiam lançar o dobro ou
inclusive o triplo e com respeito a aqueles que portavam as armaduras
douradas se dizia que podiam lançar mais de 100 milhões de golpes que
alcançavam a velocidade da luz.
Por tanto, seus combates eram algo inimaginaveis e
assim mesmo o dano que podiam receber não podía ser pouco.
A estrutura da matéria, ou seja o fundamento da
mesma era atacada e chegava a romper pelo que nem sequer os médicos
atuais poderiam possivelmente salvar à maioria dos feridos em estas
lutas.
Muitos dos cavalheiros feridos, esperavam
pacivelmente neste templo do Santuário, que era como sua segunda casa,
e que a morte viria a busca-los.
Mas então, diz a lenda, que desde as distantes
alturas da estátua de Athena caiu uma lágrima. Uma lágrima que era
como um cosmos dourado que umidecia um resecado deserto como se de um
oases se tratava. Este cosmos envolvia todo o templo e seus arredores e
se diz que todos os cavaleiros se recuperaram de seus ferimentos
salvando seus vidas. Saori, ainda com dor compreendeu bem o sentido que
Mu quería indiretamente ao dizer essa história. Ao voltar e olhar para
o céu, através das frondosas árvores podía ver o expressão nobre e
ao mesmo tempo doce da estátua de Athena.
-Já não sou uma simples jovem, como a reencarnação de Athena nesta época moderna onde ainda povoam as
forças malignas teremos que nos salvar de muitas batalhas.
Desta vez não olhou a Saori diretamente, pelo
contrário permaneceu com o olhar distante dela talvez com respeito como
se essa fora a prova de que a reconhecia como Athena e a venerava ou tal
vez foi produto de um estranho presentimento ao perceber que a estrela
polaris havia começado a emitir um cosmos inquieto.
Finalmente uma respeitosa Saori reverencia Mu e
desaparece entre as árvores.
Aos poucos Saori seguiu o conselho de Mu e voltou
à Mansion Kido levando Jabu, Kiki e aos demais consigo.
-O amor de..Athena...
Em contraste com seu coração agitado o mar Egeo
que contempla desde o avião brilhava suavemente num tom verde
esmeralda.

Capítulo III Ataque
Misterioso.
Ja haviam se passado vários dias desde que Saori
abandonou o Santuário e apesar de que o outono já havia chegado, no
Santuario o tempo permanecia sendo limpo e fresco, como se ele também
celebrasse a chegada de Athena.
Sem embargo, nessa manhã, por alguma razão, havia
momentos em que se podia sentir uma intensa corrente gelada. Na Fonte de
Athena, onde recebiam toda a atenção possível, Seiya e seus
companheiros ainda não haviam recobrado os sentidos e todavia vagavam
entre a fronteira da vida e da morte. Seria que seus corpos, como suas
armaduras, não iram sobreviver a Batalha das 12 Casas?
A intranquilidade dos Cavaleiros de Ouro havia
aumentado consideravelmente quando receberam de Mu a notícia de que as
armadura de Seiya e dos demais haviam sido "mortas".
Nessa noite...
Os guardas postados em frente da Fonte de Athena,
depois de se entendiarem de falar sobre o estranho frio que fazia por
ali naquela estação, acabaram dormindo...quando foram sacudidos por um
tremor.
Imediatamente abriram seus sonolentos olhos com
atenção. Mas apenas só conseguiram gritar: -Quem são?... todos os
guardas cairam mortos aos pés de quatro ou cinco sombras masculinas
que, sem fazer ruído, entraram dentro do templo.
Como quando em sua terra natal, permanentemente
coberta de neve, continham a respiração e controlavam sua energia
tratando de captar os cosmos de suas presas.
-É aqui...neste recinto...
Os Assassinos ,que atravessaram correndo a ampla
galeria, chegaram sem o menor contratempo a habitação onde os
Cavaleiros de Bronze se recuperavam e com um forte chute derrubaram a
porta.
Dentro encontraram Seiya e seus companheiros
deitados em suas camas.
Ahn?...
Uma das cincos camas estava vazia...
-Não parecem a vocês que para uma simples visita
a uns enfermos foram bruscos demais derrubando a porta? Porque não
bateram?
Um dos assassinos voltou a cabeça e na escuridão
do local encontrou um vulto com a figura de um homem. Com dificuldade
pronunciou?
-Qu...Quem es tu?
-Hum, alguém que se mete no Santuário como se
fosse um rato vulgar e ainda me pergunta meu nome...ora, não me faça
rir.
Tendo perdido sua energia vital, com a face
ensanguentada mas envolto a uma terrivel aura de Fênix, Ikki mostrou
sua fúria aos assassinos, saindo da escuridão.
-Que...que é isto?
Respondendo a provocação lançada por Ikki, os
assassinos destruiram a janela e sairam perseguindo-o.
Em seu estado normal Ikki teria podido livrar-se de
seus oponentes com um só golpe. Só havia se levantado da cama graças
ao seu instinto que percebeu o cosmos dos assassinos que se aproximavam.
Porque, realmente, Ikki, como seus companheiros, não haviam se
recuperado de suas feridas mortais.
Se a luta se prolongasse, não só ele, mas també
seus indefesos amigos seriam vítimas dos invasores.
-Isso não permitirei nunca!...
Sem se importat com seu corpo machucado começou a
concentrar e aumentar seu cosmo. Ikki lançou seu ataque mais poderoso.
- HOYOKU TENSHOOO! (Ave Fênix! /n.t)
Os assassinos que pela primeira vez na vida viam um
ataque de fogo tão poderoso abriram seus olhos com um terror incrivel
antes de cairem fulminados. Mas nesse momento o corpo de Ikki se
estremeceu por algo diferente da dor de suas feridas. Era um cosmo
gelado, de grande poder e transbordava um poderoso instinto assassino,
uma aura incomparável com a dos assassinos de antes. A sombra branca
que saiu da árvore lançou um golpe a velocidade impossível de se
seguir com a vista.
- Se moveu a velocidade da luz, como só os
Cavaleiros de Ouro deveriam poder fazer!! Foi um golpe na velocidade da
Luz!!...
Ikki ficou petrificado perante o poderoso ataque
gelado que se aproximava tendo uma luz branco-azulada como se rasgasse a
noite. Um calafrio percorreu suas costas.
- No meu estado não poderei me esquivar...
E não é só isso, sequer estava trajando sua
armadura, estava com o corpo descoberto.
Ikki, que até então nunca havia sentido um
autentico temor da morte, viu como o dono da sombra esboçava um
malicioso sorriso de triunfo, Quem sabe fosse o sorriso com que dizem
que os deus da morte recebe os mortos.
- Irmão......
De pronto teve a sensação de ouvir a voz de sua
irmão. Mas Ikki ja havia se resignado a morrer...não havia nada que
pudesse fazer. Fechou os olhos e sentiu como um poderoso cosmo gelado
estava a sua frente...Mas então notou um poderosíssimo cosmo o
envolvendo.
- Shaka!
Ao abrir os olhos encontrou Shaka de Virgem parado
em sua frente protegendo-o do ataque de gelo. A sombra branca
desapareceu na noite.
Graças ao emblema de Odin das armaduras dos
assassinos vencidos ficava evidente qual era suas origens, vinham do
norte, eram soldados de Asgard.
- Mas porque os soldados de Asgard...?
Shaka também se perguntava. Realmente se alguém
pretendia dominar o Santuário este sem duvida seria o melhor momento. A
discordia interna causada pela rebelião de Saga foi solucionada e todo
o Santuário se congregava em unanimidade ao redor de Athena, mas isso
fazia pouco tempo, as coisas não estavam assentadas e Seiya e seus
companheiros que haviam demonstrado, durante a batalha das 12 casas uma
capacidade superior a dos cavaleiros de ouro estavam agonizando. Sem
duvida era um momento dificil.
Sem pestanejar murmurou Shaka perguntando a si
mesmo: A representante de Odin, Deus de Asgard, a Princesa Hilda...mesmo
nos países vizinhos é amada e respeitada por todos...se diz que é
muito bondosa.
- Então... por que?
Antes que Shaka pudesse terminar suas palavras Ikki
se aproximou dele.
Seja Odin, Seja Hilda, não podemos permitir que
façam os que querem, devemos ir até eles.
-Em teu estado atual é impossivel que possas
enfrentar os lendários Guerreiros Divinos de Asgard. Além do mais, tua
armadura de Fênix, com a de teus companheiros, vaga na fronteira da
vida e da morte..
- Como?
A armadura de Fênix, o pássaro imortal, que mesmo
reduzido a pó de cinzas é capaz de ressurgir esta vez não pode sanar
suas feridas. Só podemos confiar na capacidade de Mu para repará-la
junto com as demais e da capacidade de Seiya e dos demais para superar
suas feridas
Ikki não pode mais admitir as palavras de Shaka.
Então reparou que a armadura de Shaka que havia recebido o golpe gelado
estava trincada e coberta por uma camada de gelo. Lembrou que nem mesmo
ele com seu golpe mais poderoso havia sido capaz de produzir o mínimo
dano na armadura de ouro de Virgem.
- Esta sombra branca... esse homem, devia ser um
dos lendários guerreiros divinos de Asgard...
Por um momento em algum lugar de sua consciência
Ikki teve a sensação de ver como a estrela polar, assim como as sete
estrelas que correspondiam a ursa maior brilhavam com um estranho
resplendor.
Foi algum tempo mais tarde que Ikki compreendeu que
quem lhe havia atacado aquela noite foi Bado de Alcor, Guerreiro Divino
de Zeta.
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