Panteões Brasileiros

 

(elevação rochosa quase inacessível) e vaga pelas suas redondezas,

observando tudo que acontece na ilha. Segundo o mito, às sextas-feiras a

pedra do Pico se fende e ela aparece na forma de uma forte luz ou um

fogo-fátuo. Protetora da vida silvestre, ela aparece para os pescadores

exagerados e os caçadores por esporte na forma de uma mulher linda e nua,

mas quando eles se aproximam, transforma-se em um esqueleto,

enlouquecendo-os.

 

de uma rã e pode-se ouvi-la cantar quando chove. Mora na cabeceira do

Rio Negro.

 

de fazer beiju, farinha de mandioca, farinha de tapioca e várias outras

coisas.

 

para junto de seus antepassados.

 

vagueia pelos pampas protegendo a vida silvestre.

 

os caçadores que querem abusar da caça, matando desnecessariamente. Pode

assumir formas diversas e, por isso, também tem vários nomes:

 

= espírito de veado; tapira-anhanga = espírito de boi. Segundo os mitos

tupis, a visão de um anhanga é prenúncio de alguma desgraça para os

caçadores; no mínimo, um aviso de que estão exagerando e devem sair da

mata.

Também protege as plantas, das quais os animais dependem.

 

Aramanha ou Daridari.

 

clareiras do mato e em roçados. Em noites de chuva, Aru transforma-se

em um rapaz e, pegando uma canoa, vai buscar sua Mãe na cabeceira do Rio

Negro para visitar as roças e fazer com que elas prosperem.

 

água apenas de noite.

 

praias de mar e de rio. Protege os campos contra incêndios. Às vezes se

transforma num madeiro grosso em brasa (chamado méuan) para atacar

aqueles que põem fogo nos campos inutilmente.

 

olhos luminosos. Às vezes assume a forma de um vapor para vagar sobre

as águas dos rios, lagos e igarapés.

 

gravetos envenenados na cama ou rede dos lenhadores para que fiquem

entorpecidos e sejam comidos pelos animais.

 

Tem os pés virados para trás para que ninguém possa seguir seu rastro.

Mora em troncos de velhas árvores. Protetor da mata e dos animais. Tem

cabelos arrepiados e verdes, olhos em brasa e, às vezes, cavalga um

caititu (porco-do-mato) agitando um galho de japecanga. Tem o poder de

ressuscitar os animais mortos sem sua permissão, apavorando os caçadores.

 

tamanduá e pé em forma de um fundo de garrafa.. Sai à noite para rondar

os acampamentos e barracões, com gritos.

 

 

invocadores contra feitiços, mau-olhado, quebranto e reumatismo... mas

também pode causar tudo isso, se aborrecido.

 

predatórios, afundando suas barcas. Quando anda pelas margens do rio,

ninguém o vê mas ouvem seus passos. Em noite de Lua Cheia, reflete sua

luz, tornando sua silueta mais visível (porém, só na forma de um vulto).

 

 

dançar.

 

viventes e deuses. É casado com Jaci, sua irmã, a Deusa-Lua.

 

azul faiscante.

 

aparência semelhante ao grego. É grande e peludo, com uma barbicha

preta, andando sempre acompanhado por um bando de queixadas. Normalmente

está enlameado. Sua urina é azul.

 

caçador, pescador, colhedor de mel de abelhas, fingindo cortar árvores;

às vezes assume a forma de um pato para poder entrar nas casas e fazer

suas brincadeiras.

 

ano, num bambuzal.

 

 

mariscadores e lavadeiras.

 

de todos os frutos. Tem duas formas: Iaci Omunhã (Lua Nova) e Iaci

 

 

visto por nenhuma mulher; aquela que o visse, morria.

 

caminho do Arco-Íris (durante o dia) ou pelos raios das estrelas (durante

a noite) e entra no coração das pessoas enquanto dormem e só sai de lá

depois que elas acordam. Assim, quando uma pessoa acorda, encontra em

seu coração o recado de Tupana, que a Velha deixou.

 

 

Caraíbas). Seu nome significa "O que trabalha de noite".

 

passeia pelas plantações. O termo mandioca significa Casa (oca) de Mani (man).

 

pêlos o tornam invulnerável à bala, exceto na região do umbigo.

 

 

notícias. Também conhecido como Macaxera.

 

gigante com olhos de fogo.

 

começar uma caçada, deve-se oferecer um beiju para Mbuá em troca do animal.

 

 

casou-se com uma mulher da tribo dos Cadiuéu; dessa união nasceram dois

filhos: Gawé-txéheg e Nõmileka, grandes pajés.

 

humano criado, fundador das civilizações.

 

todos os seres vivos. Tem a aparência de um guerreiro e vive nas nuvens,

com duas ajudantes: Cairé (a Lua Cheia) e Catiti (a Lua Nova). Essas

duas tinham a missão de despertar saudades nos amantes ausentes.

 

 

vezes também é conhecido como Mãe do Trovão.

 

boto e, às vezes, se transforma num lindo rapaz, no início das noites de

Lua Cheia, para seduzir as moças ribeirinhas. Tem que voltar para a

água antes do nascer do sol. Também pode assumir a forma de uma bela

mulher, com os cabelos até os joelhos, para atrair os rapazes. Às vezes

assume a forma de um cão robusto. Seu nome significa "o que chega de

repente".

 

canto melancólico e estranho, lembra uma gargalhada de dor.

 

de um peixe-boi.

 

 

lughwiccan@yahoo.com.br

 

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