
O presidente Lula se ajoelha perante governo dos EUA, assim como fazia
FHC. Manda tropas para o Haiti, para economizar o trabalho das tropas
de Bush. Outro governo entreguista.
Governo Lula mantém cerca de 1.200 soldados ocupando o Haiti de uma forma irregular.
O exército brasileiro lidera soldados
de outras nacionalidades na chamada missão de paz da ONU (Organização das Nações Unidas) naquele país sofrido.
Suas ações reprimem a população haitiana e provocam
a morte de centenas de civis.
Brasil lidera vergonhasamente o caos no Haiti.


Governador José Serra pretende retomar algo que os tucanos sempre fizeram muito bem: as famigeradas privatizações que tanto alegraram o capital privado estrangeiro. Ele abriu processo de licitação para verificar o valor de mercado de 18 empresas paulistanas. Inclui o banco Nossa Caixa, várias empresas do setor de transporte, como o metrô, a CPTM (Cia. Paulista de Trens Metropolitanos) e a EMTU (Empresa Municipal de Transporte Urbano); empresas do setor de energia e água, como a CESP (Companhia Energética de São Paulo), e a Sabesp (Cia. de Saneamento e Abastecimento de São Paulo), entre muitas outras da lista. Só faltou o Palácio dos Bandeirantes (rs). Segundo cálculos divulgados pelo jornal valor econômico indicam que as empresas poderiam valer mais de R$ 30 bilhões. Se o governador Serra leva adiante essa idéia vai ser o maior crime já registrado na história contra o patrimônio público do povo paulista.
Um país como o Brasil dominado pelo capital privado estrangeiro não tem independêcia econômica e nem soberania nacional.

Um livro essencial chamado "50 perguntas 50 respostas - sobre
a dívida" serve para entender quem se beneficia da dívida externa. Como, os EUA e seus aliados
opressores, exploram as nações mais pobres. Escrita no formato de perguntas e respostas, a obra
dos professores Damien Millet e Éric Toussaint analisa os mecanismos utilizados para exercer um
domínio que se constitui como "uma nova forma de colonização", praticada por intermédio do Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e Clube de Paris. Para os autores, a luta pela anulação da dívida entre os países pobres no caso o
Brasil equivale atualmente à luta travada contra a escravatura no século XIX.
Revolucionar?

FMI é uma espécie de superbanco das grandes potências capitalistas do mundo, chefiado
pelo EUA. Criado em 1945, o fundo pode emprestar dólares aos países pobres latino-americanos
em dificuldade econômica, mas faz uma porção de exigências exemplos:
Congelamento de salários dos trabalhadores, corte nos gastos sociais inclusive na saúde e
educação, privatizações, cobra juros exorbitantes,
e maiores facilidades para as multinacionais.
Afinal o FMI é comandado pelos países ricos que comandam essas multinacionais, etc.
Todo governo submisso ao imperialismo norte-americano como Lula diz que é preciso fazer todo esse esforço para combater a inflação. Uma
coisa é certa: aumenta a pobreza do nosso povo.
É uma verdadeira espoliação feita na nossa pátria.
Nós tem escravizado mais do que eramos no tempo da colonização.

Não posso deixar de homenagear está figura que foi um grande chefe de Estado exemplo para toda essa classe política de hoje cuja grande maioria corrupta.
Passou a vida inteira combatendo incessantemente o imperialismo norte-americano, defendendo o controle do capital estrangeiro e dedicou a vida à libertação da pátria.
Um pouquinho sobre sua trajetória maravilhosa:
Brizola quando governava o Rio Grande do Sul, liderou um grandioso processo chamado "campanha da legalidade" era um movimento que tinha como objetivo garantir à posse do
vice-presidente João Goulart, o popular Jango em 1961. Alta patente militar aliada de Washington não aceitavam a posse do vice-presidente Jango por considera um "agente comunista".
Para resolver essa situação embaraçosa Brizola entricherou no Palácio Piratini(sede do governo gaúcho)atráves de uma cadeia de rádio conclama todo povo gaúcho a resistir um golpe militar que estava preste acontecer. Milhares de pistolas e fuzis foram distribuídos à população, entre homens e mulheres combatentes.
Com metralhadora em punho ensinou o povo a resistir e resistindo fez um discurso emocionante que ultrapassou o Rio Grande do Sul passou a ser ouvindo para todo o Brasil. A sua palavra difundia pelo país inteiro, mobilizou multidões de brasileiros e assim milhares de pessoas foram às ruas para garantir a posse de Jango.
"Peço a vossa atenção para as comunicações que vou fazer. Muita atenção. Atenção, povo de Porto Alegre! Atenção Rio Grande do Sul! Atenção Brasil! Muita atenção, meus conterrâneos, para esta comunicação(...)
Tenho a coragem de dizer que os Estados Unidos da América, protegendo seus monopólios e trustes, vão espoliando e explorando esta Nação sofrida e miserabilizada.
Penso com independência. Não penso ao lado dos russos ou dos americanos. Penso pelo Brasil e pela República. Queremos um Brasil forte e independente. (...)
Não quero um Brasil escravo dos militaristas e dos trustes e monopólios norte-americanos. Nada temos com os russos. Mas nada temos também com
os americanos, que espoliam e mantêm nossa Pátria na pobreza, no analtabetismo e na miséria. Povo de Porto Alegre, meus amigos do Rio Grande do Sul! Não desejo sacrificar ninguém, mas venham para a frente deste Palácio, numa demonstração de protesto contra essa loucura e esse desatino. Venham, e se eles quiserem cometer essa chacina, retirem-se, mas eu não me retirarei e aqui ficarei até o fim. Poderei ser esmagado. Poderei ser destruído. Poderei ser morto. Eu a minha esposa e muitos amigos civis e militares do Rio Grande do Sul. Não importa. Ficará o nosso protesto, lavando a honra desta Nação. Aqui resistiremos até o fim. A morte é melhor do que vida sem honra, sem dignidade e sem glória. Aqui ficaremos até o fim. Podem atirar. Que decolem os jatos! Que atirem os armamentos que tiverem comprado à custa da fome e do sacrifício
Já fomos dominados pelos trustes e monopólios norte-americanos. Estaremos aqui para morrer, se necessário.
Um dia nossos filhos e irmãos farão a independência do nosso povo! Um abraço, meu povo querido! Se não puder falar mais, será porque não me foi possível! Todos sabem o que estou fazendo! Adeus, meu Rio Grande querido! Pode ser este, realmente, o nosso adeus! Mas aqui estaremos para cumprir o nosso dever".

Em 2003, Bush resolveu invadir o Iraque não esperava encontra pela frente a resistência popular do povo que luta de uma forma sensacional pela sua dignidade, liberdade e honra.
Portanto, o direito de expulsar um exército invasor é legítimo. Sendo que a maioria não luta ou lutava pelo Saddam Hussein, mas pelo sagrado território iraquiano que pertence a eles e não poderia ser sangrentamente invadido como foi pelos americanos...
O certo é que a resistência utiliza habilmente todas as armas das quais dispõe. Utiliza a tática de guerra de guerrilhas, fustigando o inimigo e se abastecendo de armas e munições do oponente. A guerrilha ataca postos estratégicos. Os alvos preferidos da resistência são redes de oleodutos - para evitar a pilhagem do petróleo iraquiano -, estradas, postos militares e todos locais de concentração das forças invasoras.
Criando assim um clima instabilidade permanente.
A maior máquina de guerra do mundo não conseguem impor
estabilidade na região mesmo usando toda sua capacidade tecnológica, usando aviões modernos e armas sofisticadas encontra-se num beco sem saída.
Para piora a situação o balanço é desfavorável para os invasores, morreram 4.000 militares e cerca de 30.000 estão mutilados e incapacitados psiquicamente. Já foram gastos
3 trilhões dólares, segundo um estudo publicado pelo jornal The Washington Post, muito superior ao gasto nas guerras do Vietnã e da Coréia, e custeado pelo contribuinte.
Em contra partida morreram 1 milhão de pessoas. Na verdade, os EUA promovem no Iraque um dos maiores genocídios do nosso tempo. Depois da invasão, o sistema de saúde e saneamento entrou em completo colapso. De acordo com o jornal inglêS the Independent, apenas 30% da população tem acesso a água apropriada para o consumo humano e mais 70% das mortes entre crianças são devidas a doenças facilmente tratáveis, como a diarréia. "A realidade é que não temos condições de dar tratamento algum para muitos dos pacientes", diz Dr. Bassim Al Sheibani, médico da cidade iraquiana de Diwaniyah. Nesta condições muitos por mês, abandonam tudo que lhes restam e juntam-se aos mais de 4 milhões de refugiados que a guerra gerou.
Diante desta catástrofe resta dizer que o povo era mais feliz com Saddam. Desta forma o presidente norte americano também
pode ser considerado terrorista. Aliás
os dois terroristas Bin Laden e Bush só se diferenciam porque sendo os dois lamentavelmente destruidores o primeiro destruiu duas torres e o segundo um país inteiro.
Termino este artigo chamado Bush de "terrorista".
Revolucionar?
Um estudo independente realizado pela empresa Rand Corp concluiu que ao
menos 300 mil soldados norte-americanos que participaram das guerras do
Iraque e do Afeganistão sofrem de sintomas de stress pós-traumático ou
depressão, além de metade não receber atenção para este mal.
Deserção em massa.
O distúrbio de stress pós-traumático pode ser resultado de traumas em tempos de guerra,
como receber uma ferida ou testemunhar seus colegas sendo feridos ou morrendo.
Os
sintomas incluem irritabilidade, explosões de raiva, dificuldades para dormir,
problemas de concentração e uma resposta exagerada em situações imprevisíveis.
Muitos destes casos levam ao suicídio. Esta prática entre os soldados ativos em
2007 alcançaram seu nível mais alto. Isso leva milhares de soldados norte-americanos a desertarem desesperadamente EUA (nas suas embaixadas) procura em países da America Latina e outros continentes voluntários. Mal sabe eles que vão ser bucha de canhão dos ianques.
Para Bush e um punhado de capitalistas,

Essa foto representa a fase ruim do Corinthians no campeonato brasileiro de 2007, quando desceu de uma forma vergonhosa para segundona. O garoto mostra que lá no Iraque a situação aparentemente está melhor (rs).
Obs:Que fique bem claro a ocupação dos EUA no Iraque é de interesse econômico. Cujo objetivo colonizar o povo iraquiano sugando até última gota de riqueza existente de petróleo.
Bush classificou a guarda revolucionária iraniana como um grupo "terrorista" sendo acusado de armar o Hezbollah no Líbano e os xiitas no Iraque. Antes de terminar o seu mandato presidencial Bush quer invadir o Irã inclusive autorizou bombardeio aéreo só não aconteceu ainda por resistência de militares da Marinha e do Exército.
Quando o plano começou a ser formulado um abaixo assinado de generais norte-americanos foi encaminhado ao presidente pedindo o afastamento de Rumsfeld do cargo de secretário de defesa.
"O nosso presidente perdeu completamente o juízo está inteiramente sob domínio dos fabricantes de armas e da indústria petrolífera" disse um general opositor.
Resumindo este artigo: querem pressiona a queda do governo anti-imperialista iraniano Mahmud Ahmadinejad para coloca outro governo que seja entreguista e fantoche tipo o FHC. E assim
poderá tomar os poços petrolíferos
do terceiro maior produtor de petróleo do mundo sem precisa invadir e assassinar uma população inteira como fizeram no Iraque.
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