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Aqui tem muitas informações
sobre Subsídios Pastorais como: Liturgia em mutirão e
Ensino Religioso. |
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Bento XVI celebrou Missa por D.
Faraj Rahho
Arcebispo caldeu de Mossul (Iraque) foi encontrado sem vida na
semana passada após quase 15 dias de rapto

Bento XVI presidiu esta Segunda-feira a uma Missa de sufrágio por D.
Paulos Faraj Rahho, Arcebispo caldeu de Mossul (Iraque), encontrado
sem vida na passada Quinta-feira após quase 15 dias de rapto.
Na sua homilia, o Papa lembrou o Arcebispo iraquiano como um “homem
de paz e de diálogo”, com particular predileção pelos mais pobres e
as pessoas com deficiência. Neste âmbito, D. Rahho tinha criado uma
associação para valorizar estas pessoas e apoiar as suas famílias.
Aventura espiritual de Chiara Lubic
Biografia da fundadora do Movimento dos Focolares
ROMA, sexta-feira, 14 de março de 2008
(ZENIT.org).-
Faleceu hoje, em sua residência de Rocca di Papa, perto de Roma, aos
88 anos, Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, cujo
nome oficial é Obra de Maria. É considerada uma das figuras
femininas mais importantes do cristianismo das últimas décadas.
Em 1948, Chiara se encontra no Parlamento italiano pela primeira vez
com Igino Giordani, um prestigioso político, deputado, escritor,
jornalista e pai de 4 filhos. Foi ele mesmo quem ajudou Chiara a
encarnar na sociedade a espiritualidade da «unidade», razão pela
qual ele é considerado co-fundador do Movimento. Pioneiro do
ecumenismo, a Igreja Católica iniciou recentemente sua causa de
beatificação.
Em ano 1949 se encontra com Pasquale Foresi, um jovem seminarista
desejoso de conjugar evangelho e vida na Igreja. Ordenado presbítero
em 1954, Foresi é o primeiro focolar sacerdote.
Em 1956, faz surgir os «Voluntários», novo ramo de seu movimento,
constituído por pessoas adultas comprometidas nos mais diversos
campos sociais: política, economia, justiça, saúde, docência,
indústria, etc. Eles procuram ser animadores em suas atividades e
vivê-las em união com cada pessoa desde Deus.
Em 1966, propõe aos jovens a radicalidade do Evangelho e assim surge
o «Movimento Gen» (Geração Nova).
O Movimento dos Focolares hoje se encontra difundido em 182 países,
com mais de dois milhões de adeptos e uma irradiação entre milhões
de pessoas.
Arquidiocese de Belo Horizonte cria Conselho Pró-Vida
BELO HORIZONTE, segunda-feira, 17 de março de 2008
(ZENIT.org).- O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de
Azevedo, em um gesto concreto à luz da Campanha da Fraternidade de
2008 --Fraternidade e Defesa da Vida: Escolhe, Pois, a Vida (Dt.
30,19)-- cria o Conselho Arquidiocesano Pró-Vida.
A instalação do Conselho será na quarta-feira, 26 de março. O
objetivo é ampliar e aprofundar discussões no campo da Bioética,
além de buscar novos rumos.
Farão parte do Conselho Arquidiocesano Pró-Vida o Núcleo de Bioética
da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, NESP – Núcleo
de Estudos Sóciopolíticos, os vicariatos episcopais para a
Comunicação e Cultura e Ação Social e Política, especialistas e
consultores das Ciências Humanas e Sociais, Jurídicas e Biomédicas.
O Conselho colaborará nas questões bioéticas com o objetivo de
esclarecer questões polêmicas sobre células-tronco, eutanásia e
distanásia, aborto, anencefalia e outros temas pertinentes a moral
cristã e que dizem respeito à dignidade do ser humano.
«O princípio fundamental nesta luta é a defesa da vida desde o seu
primeiro momento, na concepção, até o último na morte natural. A
Igreja Católica está nesta luta, de corpo e alma, contando com seus
discípulos e discípulas missionários na defesa da vida», afirma a
arquidiocese em comunicado à Zenit.
Vaticano não publicou nova lista de pecados capitais
Declaração frente a falsas interpretações da
Imprensa
CIDADE DO VATICANO, 11 de março de 2007 (ZENIT.org).
«O Vaticano não publicou uma nova lista dos sete
pecados capitais», esclareceram nesta terça-feira fontes da Igreja
Católica.
A Sala de Comunicação da Conferência Episcopal da
Inglaterra e Gales emitiu um comunicado para fazer esta declaração
em resposta a vários artigos de imprensa.
«Não existe nenhum edito vaticano novo», declara o
comunicado, explicando que a confusão se deve à interpretação que
alguns órgãos informativos fizeram de uma entrevista publicada na
edição italiana cotidiana de «L’Osservatore Romano», com data de 9
de março.
O entrevistado é Dom Gianfranco Girotti, bispo
regente do tribunal da Penitenciaria Apostólica. O penitenciário
maior é o cardeal americano James Francis Stafford.
O jornalista Nicola Gori perguntou ao prelado: «Quais
são, segundo o senhor, os novos pecados?».
«Há várias áreas dentro das quais hoje percebemos
atitudes pecaminosas em relação aos direitos individuais e sociais»,
responde Dom Girotti.
«Antes de tudo a área da bioética, dentro da qual não
podemos deixar de denunciar algumas violações dos direitos
fundamentais da natureza humana, através de experimentos,
manipulações genéticas, cujos efeitos é difícil prever e controlar.»
«Outra área, propriamente social, é a área das
drogas, com a qual a psique se enfraquece e a inteligência
obscurece, deixando muitos jovens fora do circuito eclesial.»
Está também «a área das desigualdades sociais e
econômicas, pelas quais os pobres se tornam cada vez mais pobres e
os ricos cada vez mais ricos, alimentando uma insustentável justiça
social; a área da ecologia, que reveste hoje um importante
interesse».
Encíclica social do Papa não sairá antes do verão europeu
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 12 de março de 2008
(ZENIT.org).
A nova encíclica de Bento XVI sobre questões sociais
não será publicada «antes das férias estivais», e será difundida
desde o princípio «inclusive em chinês», revelou o secretário de
Estado vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone, em uma entrevista à
agência ANSA durante sua visita ao Azerbaijão.
«Ainda não posso prever uma data para a publicação;
tenho minhas hipóteses, mas serão verificadas durante o processo»,
afirmou o cardeal Bertone a propósito do documento papal que será
publicado após 40 anos da Populorum Progressio, a encí-clica
de Paulo VI.
Em uma entrevista concedida ao jornal italiano «La
Repubbli-ca», ao término de sua recente viagem a Cuba, o cardeal
Ber-tone havia dito que a 3ª encíclica de Bento XVI será centrada
sobretudo nos «problemas sociais internacionais, com especial
consideração dos países em vias de desenvolvimento», e terá «um
impacto significativo sobre os grandes problemas sócio-econômicos do
mundo contemporâneo».
Sobre a data de publicação, na entrevista de ANSA o
purpurado disse, sorrindo: «Não se pode dizer ainda, porque o Papa,
não digo que seja precisamente um perfeccionista, mas em certo
sentido, ele o é».
«Está refletindo, está revisando, e portanto não
podemos prever – acrescentou. Mas antes do verão [boreal, N. do T.],
isto é, antes do período de férias, presumo que não será publicada.»
O secretário de Estado assinalou «que é preciso que
seja bem elaborada; o Papa faz suas reflexões, suas anotações e
controla rigorosamente».
«E depois devem ser feitas as traduções às diversas
línguas. E só quando estiver pronta nos diversos idiomas, a
encíclica poderá ser promulgada», concluiu.
Escola não deve ensinar só noções, declara Papa
Deve aprofundar em mensagens de caráter cultural, social, ético e
religioso
CIDADE
DO VATICANO, quarta-feira, 12 de março de 2008 (ZENIT.org).
Bento XVI explicou hoje a estudantes de diferentes
idades que a escola não deve limitar-se a ensinar noções, mas
aprofundar em mensagens de caráter cultural, social, ético e
religioso.
Dirigindo umas palavras aos alunos dos colégios da
Itália, que lotavam a basílica de São Pedro no Vaticano, ao início
da audiência geral da quarta-feira, o Papa ofereceu sua visão da
educação, uma das preocupações que está constantemente repetindo em
seu pontificado.
«A escola enfrenta hoje notáveis desafios que surgem
no campo da educação das novas gerações», começou reconhecendo o
Santo Padre.
Por este motivo, acrescentou, «a escola não pode ser
só um lugar de aprendizagem de noções, mas está chamada a oferecer
aos alunos a oportunidade de aprofundar em válidas mensagens de
caráter cultural, social, ético e religioso».
«Quem ensina, deve perceber também a implicação moral
de todo saber humano, pois o homem conhece para atuar, e atuar é
fruto de seu conhecimento», sublinhou Bento XVI.
«Na sociedade atual, caracterizada por rápidas e
profundas mudanças», o bispo de Roma alentou os jovens cristãos a
cultivarem sua «formação espiritual, procurando compreender cada vez
mais os conteúdos da fé. Desta maneira, podereis responder sem
titubeios a quem vos pede razão de vossa adesão ao Senhor.»
Bento XVI
considera «absurda» condenação por motivos religiosos
Papa intervém contra a tortura e o desespero nas prisões
Bento XVI interveio esta Quarta-feira contra o uso da
tortura nas prisões, classificando como “absurda a condição dos que
são torturados até à morte sem nenhum outro motivo que não seja o
das suas próprias convicções ideológicas, políticas e religiosas.
Muitíssimas pessoas sofrem a sua mesma sorte por causa da injustiça
presente em tantas partes da justiça humana”.
“O Papa falou ainda na importância de não “cair no
fata-lismo”, porque a vida não é governada “pelo fado, a fortu-na”,
mas pela “Providência”.
“Mesmo na prisão, há a possibilidade de rezar, de
dialogar com Aquele que nos salva”, apontou.
Pesquisas com embriões violam direito à vida, afirma jurista
Ives Gandra representou CNBB na Suprema corte
em processo sobre células-tronco embrionárias
BRASÍLIA, quarta-feira, 5 de março de 2008 (ZENIT.org).
O representante da CNBB (Conferência Nacional dos
Bispos do Brasil) no processo que define a proibição ou não das
pesquisas com células-tronco embrionárias no país, advogado Ives
Gandra Martins, afirmou que esse tipo de investigação viola o
direito à vida.
O advogado falou hoje no Supremo Tribunal Federal,
quando a corte julga uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)
que questiona o artigo 5º da Lei de Biossegurança. Esse artigo
libera as pesquisas com células-tronco embrionárias no país.
Segundo informa a agência de notícias do Supremo
Tribunal, Ives Gandra enfatizou que, na discussão sobre pesquisas
com células-tronco embrionárias, «a CNBB representa a sociedade no
que diz respeito à dignidade humana, e não com posições referentes à
religião».
«Não está em discussão um problema de fé, mas apenas
de ciência e de direito», disse.
O representante da CNBB lembrou que não há sequer um
resultado positivo com pesquisas com células-tronco embrionárias, ao
longo dos últimos dez anos. Por outro lado, Ives Gandra destacou os
inúmeros resultados positivos das pesquisas com células-tronco
adultas, que não apresentam dilemas éticos.
Segundo o advogado, do ponto de vista jurídico, o que
está em discussão «é a inviolabilidade do direito à vida, que não
permite relativização».
Ele lembrou que a Constituição Federal assegura a
inviolabilidade do direito à vida.
Ives Gandra Martins lembrou ainda que o Brasil é
signatário do Pacto de São José, que, em seu artigo quarto, prevê a
proteção da vida do nascituro.
Assim, segundo ele, a Lei de Biossegurança conflita
com este pacto internacional de proteção da vida humana.
Anúncio oficial da criação do «Fórum Católico-Muçulmano»
Comunicado conjunto assinado por representantes
vaticanos e muçulmanos
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 5 de março de 2008
(ZENIT.org).
«O Vaticano leva o Islã a sério e nós também o
levamos a sério, por isso estamos aqui.» Assim se manifestou o
professor Aref Ali Nayed, diretor do Centro de estudos estratégicos
islâ-micos em Amã, Jordânia, na coletiva de imprensa final depois de
dois dias de encontros de alto nível na Santa Sé para pré-parar um
encontro católico-muçulmano em Roma no próximo mês de novembro.
Representantes da Santa Sé e muçulmanos anunciaram a
criação desse «Fórum Católico-Muçulmano». Estiveram no encontro
cinco participantes de cada uma das partes.
Os participantes foram:
Católicos:
1. Cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho
Pontifício para o Diálogo Inter-religioso.
2. Arcebispo Pier Luigi Celata, secretário do
Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso.
3. Dom Khaled Akasheh, chefe do Departamento para o
Islã, Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso.
4. Pe. Miguel Ángel Ayudo Guixot, M.C.C.J.,
presidente do Pontifício Instituto para Estudos Árabes e Islâmicos.
5. Professor Christian W. Troll, S.J., professor
visitante, Pontifícia Universidade Gregoriana.
Muçulmanos:
1. Professor Sheique Abdal Hakim Murad, presidente da
Muslim Academic Trust, Reino Unido.
2. Professor Aref Ali Nayed, diretor do Royal Islamic
Strategic Studies Center, Amã, Jordânia.
3. Doutor Ibrahim Kalin, SETA Foundation, Ankara, Turquia.
4. Imame Yahya Pallavicini, vice-presidente, CO.RE.IS. (Comunidade
Religiosa Islâmica) da Itália.
5. Sr. Sohail Nakhooda, redator-chefe de «Islamica
Magazine», Amã, Jordânia.
Do >Fórum católico-muçulmano» participarão 24 líderes
religiosos e professores de cada uma das duas partes. O tema do
seminário será «Amor de Deus, amor ao próximo». Os sub-temas:
«Fundamentos teológicos e espirituais» (primeiro dia) e «Dignidade
humana e respeito recíproco» (segundo dia). O seminário concluirá
com uma sessão pública no terceiro dia. Os participantes serão
recebidos em audiência por Sua Santidade o Papa Bento XVI.
CIDADE DO VATICANO / NOVA DÉLHI, quarta-feira, 5 de
março de 2008
(ZENIT.org).
No dia 12 de outubro, Bento XVI vai canonizar
Alfonsa da Imaculada Conceição, a primeira mulher canonizada da
Índia.
Assinalando este detalhe, a Conferência dos Bispos
Católicos da Índia (CBCI) acolheu com alegria a designação, por
parte do Papa, da data de canonização.
Alfonsa da Imaculada Conceição (no século Anna),
virgem, da Congre-gação das Clarissas da Terceira Ordem de São
Francisco, é a quarta filha de Joseph e Mariam.
Nasceu em Kudamaloor, arquidiocese de Changanacherry
(estado de Kerala), em 19 de agosto de 1910. Perdeu sua mãe sendo
apenas um bebê. Encarregou-se dela sua tia, que desejava que ela se
casasse.
Mas Anna se orientava com firmeza a dedicar por
inteiro sua vida a Jesus Cristo, a exemplo de Santa Teresa de
Lisieux. Ingressou no convento das Franciscanas Clarissas, em
Bharananganam, em 2 de agosto de 1928. Recebeu o nome de Alfonsa.
Sua delicada saúde era um obstáculo em seu caminho da
vida religiosa, de maneira que suas superioras desejavam que ela
voltasse para casa. Alfonsa perseverou em sua vocação e compromisso.
Após muitas dificuldades, pôde emitir seus votos perpétuos em 12 de
agosto de 1936.
Considerou toda sua vida como uma oferta de louvor a
Deus; oferecia cada sofrimento pelo Sagrado Coração de Jesus.
Concluiu sua vida entre grandes dores, encomendando
serenamente sua alma pronunciando os nomes de Jesus, Maria e José.
Era 28 de julho de 1946. Tinha 35 anos.
Foi beatificada por João Paulo II na Índia, em
Kottayam, em 8 de fevereiro de 1986.
A sepultura da beata Alfonsa, em Bharananganam, perto
de Kottayam, recebe a visita de numerosíssimos fiéis durante o ano.
Dom Helder pode ser beatificado
Fonte: Diário de Pernambuco
Recife (PE) -Pela
primeira vez, um documento da Igreja Católica pede a beatificação de
dom Helder Câmara, ex-arcebispo de Olinda e Recife. A reivindicação
consta no documento final do Encontro Nacional de Presbíteros,
divulgado na última terça-feira, em Indaiatuba, município do estado
de São Paulo, e deverá ser encaminhada à Congregação para a Causa
dos Santos, no Vaticano. O encontro foi promovido pela Comissão
Nacional de Presbíteros (CNP), que é vinculada à Conferência
Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O pedido vem ratificar o que os fiéis já acreditavam ser mais que
uma justiça ao trabalho desenvolvido em vida por Dom Helder Câmara.
O nome de dom Helder foi
ratificado pelos mais de 400 padres, que foram escolhidos em 269
dioceses brasileiras para representar 18.685 sacerdotes. Da CNBB -
Regional Nordeste 2, no qual está inserido Pernambuco, participaram
cerca de 30 padres. O pedido vem reforçar o que vem sendo comentado
nos bastidores da Igreja. A abertura do processo de beatificação do
ex-arcebispo chegou a ser especulada, este ano, em um dos encontros
da comissão que prepara o Ano Rumo ao Centenário de Dom Helder. Mas
os participantes, incluindo bispos, consideraram que o momento seria
inoportuno, deixando a discussão para o próximo ano.
"A reivindicação dos padres tem um significado especial, pois
estamos vivendo, não sei por se falar no centenário, um despertar
para as mensagens de dom Helder", comentou a presidente do Instituto
Dom Helder Câmara (IDHeC), Lúcia Moreira. No entanto, segundo ela,
mais importante que o processo de beatificação em si é que as
pessoas procurem viver os idéias sonhadas pelo ex-arcebispo, como a
justiça social. "Se a beatificação vier será bem aceita até porque
santos não se enjeita, ao contrário, e muitos que viveram próximos
de dom Helder já o consideram um santo", argumentou. O IDHeC
coordena hoje obras sociais deixadas pelo ex-arcebispo, centro de
documentação e está à frente dos projetos para a publicação das
obras completas do religioso e para a construção de um memorial, já
iniciado.
Para o secretário da CNBB - Regional Nordeste 2, dom Genival
Saraiva, a reivindicação do Encontro Nacional dos Presbíteros é
expressiva. "É um pedido que vem do povo e reforça o que se sabe que
ele (dom Helder,) viveu o sacerdócio em profunda comunhão com a
Igreja e a serviço do povo", considerou. O Bispo de Palmares, dom
Genival lembrou que o proces so de beatificação começa na diocese e
segue procedimentos canônicos específicos. Entre os procedimentos
estão a montagem de um tribunal eclesiástico e levantamento
histórico sobre o candidato a santo.
O caminho para a beatificação e santidade, em resumo, pode ser
longo. Ainda mais agora, pois o papa Bento XVI recomendou maior
rigor nos procedimentos. Isso porque existe atualmente uma
sobrecarga de processos de beatificação e canonização no Vaticano.
Só o papa João Paulo II
ordenou 1.338 beatificações e 482 canonizações, número maior do que
todos os papas realizaram ao longo da história.
2° CONGRESSO MISSIONÁRIO NACIONAL
Com o tema “do Brasil de batizados ao
Brasil de discípulos missionários sem fronteiras”, Aparecida recebe,
de 1 a 4 de maio, o 2º Congresso Missionário Nacional. A iniciativa
é das Pontifícias Obras Missionárias – POM, Comina, CNBB e CRB, e
situa-se no caminho de preparação para o 3º Congresso Missionário
Americano CAM 3 - Comla 8, marcado para Quito (Equador), de 12 a 17
de agosto. Em sintonia com o lema: “Igreja do Brasil: escuta, segue
e anuncia”, o evento torna-se um momento privilegiado para refletir
sobre o percurso missionário que o país deve empreender e celebrar
as graças recebidas, agradecendo pela vida de testemunhas da fé
nesse chão.
O 1º Congresso Missionário Nacional foi
realizado em Belo Horizonte, em junho de 2003, como preparação para
o CAM 2 – Comla 7, celebrado na Guatemala em novembro daquele mesmo
ano.
CARDEAL DO RIO ABRIGOU MAIS DE 4.000 PERSEGUIDOS
A revelação feita pelo GLOBO
de que cardeal-arcebispo emérito do Rio de Janeiro, DOM EUGENIO
SALES abrigou mais de quatro mil pessoas perseguidas pelos regimes
militares do Cone Sul entre 1976 e 1982, deu nova dimensão história
ao cardeal brasileiro. Para integrantes da Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil (CNBB) a atuação do cardeal de linha
conservadora, durante o regime militar, explicitou o seu papel
estratégico para a unidade da Igreja no Brasil.
Visita do Secretário de Estado do Vaticano
à Armênia e ao Azerbaijão
Inicou-se esta Terça-feira a
visita do Secretário de Estado do Vaticano à Armênia, a convite das
autoridades religiosas locais. A viagem tinha sido adiada no passado
Domingo, por causa da situação criada após manifestações de
protestos e a declaração do estado de emergência por parte do
governo de Erivan.
O primeiro momento oficial da
visita servirá para levar uma mensagem de Bento XVI ao Patriarca
Karekin II, chefe espiritual Igreja Apostólica Armênia.
O número dois do Vaticano permanecerá neste país até 6 de Março,
partindo depois rumo ao Azerbaijão. Ambas as visitas pretendem
“manifestar a proximidade de Bento XVI aos fiéis católicos destes
países”.
O Cardeal italiano irá encontrar-se com as autoridades políticas das
duas nações, em conflito por causa do controlo do enclave armênio de
Nagorno-Karabakh.
Jovens reconhecem importância da
Jornada com o Papa no Brasil
Canção Nova Notícias, Aparecida
Muitos movimentos e pastorais da Igreja estiveram
presentes na VI Jornada Universitária com o Papa, transmitida por
teleconferência aos jovens brasileiros, em Aparecida (SP). É a sexta
edição do evento, que une sempre a Europa a outro continente. É o
primeiro ano em que o Brasil, considerado maior país católico do
mundo, participa. Cerca de 3 mil jovens, universitários e
pré-universitários, emocionaram-se com a programação local,
especialmente, com a mensagem do Santo Padre.
Expressões da Igreja como Opus Dei, Comunidade Shalom,
Neo-catecumenato, Missionários da Imaculada, Pastoral Universitária
e Ministério Universidades Renovadas testemunharam que é possível
unir fé e razão.
A coordenadora do Ministério Universidades Renovadas,
Ierecê Gilberto, ressaltou a importância da transmissão deste evento
aos jovens brasileiros: “É uma prova de que o Papa pôde perceber,
quando veio ao Brasil, a vivacidade da juventude e dos
universitários brasileiros”.
Aparecida participa da Jornada da Juventude com o Papa
Europa e Américas juntas pela
construção da Civilização do Amor.
Esse é o tema da Jornada da Juventude do
Brasil com o Papa, que será realizada na cidade de Aparecida
(SP) por meio de videoconferência. O evento acontece dia 1°
de março, transmitido direto do
Vaticano com a participação de onze cidades espalhadas na Europa e
nas Américas. Além de Aparecida, participam Avinhão (França),
Edimburgo (Reino Unido), Minsk (Bielorussia), Bucarest (România),
Toledo (Espanha), Nápoli (Itália), Nova York (Estados Unidos),
Havana (Ilha de Cuba), Cidade do México (México), Loja (Equador).
No Brasil, a juventude se reunirá no Santuário Nossa Senhora
Aparecida para participar do encontro via-satélite com Bento XVI.
Segundo Dom Damasceno, essa jornada com os jovens universitários é
comum na Europa e agora eles decidiram estendê-la para as Américas.
“É necessário que a Igreja fale com os jovens porque o mundo precisa
de jovens bem orientados não só profissionalmente, mas também
espiritualmente”, disse o arcebispo.
A jornada será realizada das 13h às 15h (horário de Brasília) e
constará de uma celebração presidida pelo Papa Bento XVI,
acompanhada por um telão no Santuário Nacional. Às 16h, dom
Damasceno celebra missa encerrando a Jornada.
A programação no Santuário, no entanto, começa de manhã, às 10h, com
a apresentação de bandas católicas. Na seqüência, o professor e
ex-secretário de Educação, Gabriel Chalita, fará palestra cujo tema
é Juventude chamada a construir a civilização do amor:
afetividade, cidadania e ecologia. Também haverá depoimentos de
jovens universitários envolvidos em movimentos e pastorais da
igreja.
Confira a programação:
10h00 – Acolhida dos jovens e movimentos na Esplanada João Paulo II
10h30 – Conferência – Prof. Dr. Gabriel Chalita: Juventude chamada a
construir a civilização do amor, Afetividade, Cidadania e Ecologia
11h15 – Testemunhos Folcolares; Opus Dei;Caminho Catecumenal;Renovação
Carismática Católica;Pastoral da Juventude;Pastoral
Universitária;Shalom
11h45 – Almoço
12h30 – Retorno para o interior da Basílica para o encontro com o
Papa
13h00 – Início do Encontro com o Papa Bento XVI – Interior da
Basílica
16h00 – Missa de Encerramento
Viagem do Papa à Terra Santa «sob
condições» - 28/02/2008 - 14:40
Católica.net.com
Bento XVI poderá visitar a Terra Santa "se houver um avanço
profundo" nos diálogos sobre a questão palestina e se foram
"resolvidas" as "dificuldades" das comunidades cristãs em Israel e
nos Territórios, segundo o representante da Santa Sé em Israel,
Monsenhor Antonio Franco.
"O Papa deve viajar num clima tranqüilo. Se as nossas comunidades
cristãs católicas vivem em dificuldades concretas, num estado de
permanente tensão, isso dificulta a visita de Bento XVI, porque ele
requer uma atmosfera de maior serenidade", disse Monsenhor Franco em
entrevista ao site Terrasanta.net.
"Na medida em que forem sendo resolvidos os problemas práticos,
possivelmente se avançará a fundo na questão palestina, que no fim é
a base de todos os problemas, criando um clima favorável a uma
viagem do Papa", disse Franco.
notícias de moscou – rússia
INTERFAX
O patriarcado ortodoxo de Moscou estaria disposto a rever sua
posição frente à Igreja Católica. Trata-se da questão do chamado
território canônico. Até aqui ele argumentava
que a Igreja católica estava querendo “invadir o seu terreno”.
A notícia foi divulgada pela agência Interfax, que cita as palavras
do bispo ortodoxo Alfredo Filarino, representante, em Viena, da
Igreja ortodoxa de Moscou perante instituições européias.
O patriarcado moscovita considera todas as nações que pertenciam à
ex-União Soviética como parte de seu território canônico, motivo
pelo qual toda ação evangelizadora nessas regiões constitui uma
espécie de invasão, ou seja, de ''proselitismo'', que coloca em
concorrência diversas igrejas cristãs.
Essa questão é, há muito tempo, um dos maiores obstáculos à
continuação do diálogo entre as duas confissões cristãs. Segundo
Filarino, o status das dioceses em terras ortodoxas, assim como o
das dioceses ortodoxas em regiões de maioria católica, requer
"discussões sérias e elaboradas" no sinal do diálogo entre católicos
e ortodoxos.
Filarino observou que ''muitas pessoas no Ocidente pensam que o
conceito de território perdeu completamente o seu significado na
realidade atual, porque os fiéis ortodoxos coexistem com católicos,
protestantes e representantes de outras denominações''.
É a primeira vez que um dos mais importantes expoentes do
patriarcado coloca em discussão o princípio do território canônico,
elemento central da identidade e da posição assumida por Moscou no
diálogo ecumênico.
Cáritas ajuda vítimas das inundações no Equador
CIDADE DO VATICANO (ZENIT.org).
A Cáritas Equador acaba de informar que nas próximas horas vai
lançar um plano de emergência para atender as necessidades urgentes
de 5.000 famílias.
Ela está prosseguindo com a divisão de ajuda humanitária às vítimas
das inundações nas províncias de Los Rios e Manabí. Aí, em
colaboração com a Conferência Episcopal Equatoriana, está
distribuindo alimentos, medicamentos, água, mosquiteiros e materiais
de limpeza .
Esta operação tem como objetivo prioritário garantir o fornecimento
aos afetados de alimentos, água potável e materiais básicos para a
reparação das casas, assim como a atenção médica através de brigadas
e dos centros e unidades de saúde de que as dioceses das áreas
inundadas dispõem.
«A Cáritas Equador estabeleceu um operativo de resposta a esta
emergência em colaboração com os departamentos de Pastoral Social
das áreas de Machala, Babahoyo, Portovelho e Azogues, e com os
organismos locais de Defesa Civil», informa a Cáritas.
Além de prestar auxílio aos flagelados, «a Cáritas está avaliando o
alcance dos danos para identificar as necessidades mais urgentes
desta primeira fase da emergência, cujos efeitos atingiram um quarto
da superfície do país e um número aproximado de 315.000 famílias. As
perdas da produção agrícola são ingentes e se estimam em 200 milhões
de dólares».
«Além do trabalho da Cáritas, a Conferência Episcopal decidiu
destinar aos flagelados os fundos arrecadados na campanha anual
‘Munera’ que a Igreja equatoriana põe em andamento por ocasião da
Quaresma. Desta forma, foram habilitados diversos centros de
arrecadação de ajuda não-perecível nas cúrias diocesanas e nas
paróquias para que, através da Comissão Episcopal da Pastoral
Social, seja distribuída aos atingidos, com particular atenção às
áreas afetadas às quais a ajuda governamental não chega.»
As últimas notícias dadas pela Cáritas Equador confirmam que já
foram registrados 600 casos de dengue e numerosos afetados com
erupções cutâneas.
A tudo isso se acrescenta as sérias dificuldades logísticas que as
equipes de ajuda enfrentam, dado que as estradas se encontram
inundadas ou impedidas por causa dos deslizamentos de terra.
Plano de emergência da Cáritas para ajudar 30.000 flagelados na
Bolívia
CIDADE DO VATICANO - (ZENIT.org).
A Cáritas Boliviana está executando um plano urgente de ajuda para
prestar assistência humanitária aos atingidos pelas graves
inundações que nas últimas semanas afetaram nove estados desse país
andino.
Segundo informa a Cáritas, «as equipes de trabalhadores e
voluntários locais da Cáritas estão distribuindo produtos de
primeira necessidade – alimentos, medicamentos e roupa de abrigo,
principalmente – a aproximadamente 30.000 flagelados nos distritos
de Santa Cruz, La Paz, Beni, Chuquisaca, Oruro, Potosí, Cochabamba,
Tarija e Pando».
«A segunda fase deste plano de emergência – acrescenta a instituição
católica de ajuda –, que começará uma vez que se tenham retirado as
águas, contempla a distribuição de sementes e ferramentas de lavoura
para 90 comunidades camponesas especialmente afetadas pelas
inundações, em sua maioria quíchuas, aimarás e guaranis, que residem
em lugares muito afastados dos maiores núcleos de população.»
«Estas comunidades são as que suportam com maior dureza as precárias
condições de vida do meio rural boliviano, com índices de pobreza
que oscilam entre 70 e 98 %.»
A Cáritas Espanhola, que mantém há anos um estreito trabalho de
cooperação e fortalecimento institucional com a Cáritas Boliviana,
decidiu apoiar este plano de emergência com 100.000 euros
procedentes de seus fundos especiais de emergência.
A Cáritas Bolívia está prestando ajuda aos danificados no marco do
plano nacional de contingências coordenado pela Defesa Civil
Boliviana, de cuja estrutura faz parte. Esta nova catástrofe – na
qual as autoridades do país estimam que foram afetadas mais de
53.000 famílias e a perda de 60% dos cultivos – soma-se a outras
crises similares registradas no chifre amazônico da Bolívia nos anos
2006 e 2007; as centenas de comunidades indígenas ficaram fortemente
castigadas.
É inválido batismo recebido com duas fórmulas ERRADAS
«Resposta» da Congregação para a Doutrina da Fé
CIDADE DO VATICANO, (ZENIT.org.)
Diante das perguntas de pastores e fiéis, a Santa Sé respondeu nesta
sexta-feira que é inválido o Batismo que se confere utilizando duas
fórmulas feministas, nas quais não se menciona com clareza as três
pessoas da Santíssima Trindade: o Pai e o Filho e o Espírito Santo.
A Congregação para a Doutrina da Fé emitiu um documento com o qual
se confirma a invalidez destas duas fórmulas de conferir o
sacramento da iniciação:
«Eu te batizo no nome do Criador, do Redentor e do Santificador», e
«Eu te batizo no nome do Criador, e do Libertador e do Sustentador».
Trata-se de fórmulas que se utilizam em inglês entre grupos
militantes feministas. Sua invalidez não se deve ao idioma, mas a
seus conteúdos.
Uma nota de esclarecimento publicada pela Sala de Informação da
Santa Sé, assinada por Dom Antonio Miralles, professor de Teologia
Dogmática na Pontifícia Universidade da Santa Cruz (Roma), explica
os motivos pelos quais a Igreja não reconhece a fórmula.
Obedecendo ao mandamento explícito de Cristo no Evangelho de Mateus,
esclarece o teólogo, «o Magistério da Igreja sempre ensinou através
dos séculos que o Batismo cristão se administra em nome do Pai e do
Filho e do Espírito Santo».
«A fórmula batismal tem de expressar adequadamente a fé na Trindade.
Não valem fórmulas aproximadas», sublinha.
«As variações à fórmula batismal, segundo designações das Pessoas
Divinas diferentes às bíblicas, consideradas na ‘Resposta’, procedem
da assim chamada teologia feminista para evitar dizer Pai e Filho,
consideradas palavras machistas, substituindo-as por outros nomes.
Estas variações, contudo, afetam a fé na Trindade.»
Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)
realizam seminário sobre conjuntura política
Fonte:
anote.org.br - Fortaleza, 02.03.08
As Comunidades Eclesiais de Base (CEBS) realizaram neste dia 2 de
março, importante um Seminário de Formação Política com o tema:
“Ainda é tempo.” O objetivo é aprofundar a conjuntura política para
se ter uma maior clareza do período eleitoral nas comunidades.
.
Conheça um pouco da história da
Jornada dos Universitários
Vaticano: Assessoria de Imprensa
A Jornada Européia dos Estudantes
Universitários nasceu por ocasião do Jubileu do ano 2000, por
iniciativa da Pastoral Universitária do Vicariato de Roma.
O primeiro encontro aconteceu no dia 15 de março de 2003 orientado
pelo Papa João Paulo II, um entusiasta da juventude.
Em seu discurso aos jovens, João Paulo II deixou claro que o futuro
da Igreja no continente europeu e em todo o mundo está na juventude.
“Os jovens cristãos, de modo especial, são chamados a anunciar e a
testemunhar Cristo e a ser, em seu nome, construtores de unidade na
diversidade, de liberdade na verdade, de paz na justiça, daquela paz
de que o mundo tem necessidade, hoje particularmente”, disse.
Nas quatro jornadas seguintes a Santa Sé reafirmou este papel da
juventude sempre a exortando a ser fermento na massa.
Este ano a Jornada assume um papel mundial. Pela primeira vez países
das Américas do Sul e do Norte são convidados a participar deste
momento.
Aparecida é a única cidade brasileira escolhida para participar do
encontro. Mais uma vez o Papa escolhe Aparecida para fazer parte de
um importante momento da Igreja.
O evento será realizado no dia 1º de março na sala Paulo VI, no
Vaticano, e terá a participação, através de videoconferência, das
cidades de Avinhão (França), Edimburgo (Reino Unido), Minsk (Bielorussia),
Bucarest (România), Toledo (Espanha), Nápoli (Itália), Nova York
(Estados Unidos), Havana (Ilha de Cuba), Cidade do México (México),
Loja (Equador) e Aparecida (Brasil).
A juventude de Aparecida e de todo o Brasil estará reunida no
Santuário de Nossa Senhora Aparecida, participando deste encontro
com o Papa Bento XVI via satélite e que será transmitido a partir
das 12h pela TV Aparecida.
A Jornada é uma grande vigília mariana que tem seu ponto alto na
recitação do Terço, pois nas palavras de João Paulo II “com a
recitação fervorosa do Rosário pode-se mudar a sorte do mundo”.
Eventos para a juventude costumam reunir milhares de jovens, em
nossas dioceses e em todo o mundo, como a Jornada Mundial da
Juventude, que este ano acontece em Sidney, na Austrália. A seis
meses do evento o número de inscritos já passa dos 250 mil jovens de
165 países.
Na Europa, o direcionamento vem sendo para os jovens universitários.
Um encontro do Papa Bento XVI com professores universitários, em
junho de 2007, traçou orientações para a pastoral universitária.
Para os responsáveis pela Pastoral Universitária da CCEE (Conselho
das Conferências Episcopais da Europa), esse movimento deve ser mais
que uma assistência espiritual e, sim, seguir sua vocação como
experiência eclesial de missionaridade e animação cultural.
Em entrevista à agência de notícias Zenit, Monsenhor Lorenzo Leuzzi,
responsável pela Pastoral Universitária do Vicariato de Roma, disse
que as indicações de Bento XVI “pedem assumir com valor os desafios
da renovação da instituição universitária e tornar-se promotores de
propostas adequadas para construir na Europa um novo humanismo.
Também se pede à Pastoral Universitária estar cada vez mais
introduzida na vida cotidiana da Igreja local oferecendo sua
contribuição para animar, de forma cristã, a realidade social na
qual a comunidade vive”.
“Durante
esta vigília, em que se dá conta do entusiasmo e da fé típicos dos
jovens, o pensamento vai, naturalmente, para a Jornada Mundial da
Juventude. São acontecimentos que me permitem encontrar, de uma
extremidade à outra da terra, jovens de diversos continentes,
escutá-los e falar-lhes de Cristo” (João Paulo II, março de 2003).
IGREJA DO QUÊNIA SATISFEITA COM O NOVO ACORDO POLÍTICO
Radio Vaticano
Internacional | Agência Ecclesia| 01/03/2008
A assinatura do acordo entre o presidente do Quênia, Mwai Kibaki, e
o líder da oposição, Raila Odinga, provocou satisfação na comunidade
cristã deste país africano.
Num comunicado conjunto, a Conferência Episcopal e a Caritas do
Quênia afirmam que "o acordo dá-nos a esperança e uma real
oportunidade para refletir e construir o Quênia que queremos,
construir inclusive um governo que inclua a diversidade do nosso
país".
Os prelados e a Caritas fazem um apelo aos líderes políticos, para
que trabalhem com todas as organizações religiosas e civis, de modo
que a paz e a reconciliação se possam restabelecer. "O nosso país
está traumatizado com aquilo que viu e agora devemos trabalhar para
reconciliar a nação", acrescentam.
Já o secretário-geral do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do
Quênia, o anglicano Peter Karanja, definiu o acordo como uma "etapa
importante" para pôr fim a dois meses de crise política. "Trata-se
de um bom sinal e é a base para encontrar uma solução para os
verdadeiros problemas", disse.
O acordo prevê a divisão dos poderes: Kibaki permanecerá presidente,
enquanto Odinga tornar-se-á primeiro-ministro. A crise queniana foi
gerada após as últimas eleições, em dezembro, nas quais Kibaki foi
declarado vencedor, mas a oposição denunciou fraudes e negou-se a
reconhecer Kibaki como chefe de Estado.
Novos Santos:
Internacional | Agência Ecclesia| 01/03/2008
Num consistório ordinário público para algumas causas de
canonização, Bento XVI anunciou, esta manhã (1 de Março), o nome dos
futuros santos: Caetano Errico; Maria Bernarda Butler; Alfonsa da
Imaculada Conceição e Narcisa de Jesus.
Serão inscritos no Álbum dos Santos a 12 de Outubro de 2008. A
cerimónia decorreu na Sala Clementina do Palácio Apostólico do
Vaticano.
Caetano Errico foi o fundador dos Missionários dos Sagrados Corações
de Jesus e Maria; Maria Bernarda Butler, fundadora da Congregação
das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora; Alfonsa da
Imaculada Conceição, da Congregação das Clarissas da Terceira Ordem
de São Francisco e a leiga Narcisa de Jesus Martillo Morán, nascida
no Equador e falecida em Lima no Perú.
Bispos do Paraguai preocupados com as epidemias
Radio Vaticano Internacional | Agência
Ecclesia| 01/03/2008
Os bispos do Paraguai lançam um apelo para que o país enfrente a
epidemia de dengue e de febre amarela que se alastra em todo
território. Os prelados denunciam que a difusão das epidemias e da
febre amarela se deve ao estado de abandono em que se encontra a
saúde pública no país, o que colocou em evidência "a falta de
prevenção e o modo improvisado como trabalham instituições públicas,
assim como uma inadequada informação aos cidadãos, provocando
situações terríveis".
Os bispos deste país sul americano recordam que "a saúde pública é
essencialmente responsabilidade do Estado", e que este tem a
obrigação "de agir de maneira oportuna e eficaz".
“E necessária uma mudança cultural que implique um empenho, por
parte de todos os cidadãos, a trabalhar para o bem comum, realizando
concretamente as tarefas que lhes cabem. Com nosso comportamento,
podemos prevenir as doenças e salvar vidas humanas. Esta é uma
exigência da caridade cristã. Não fazê-lo é um grave pecado de
omissão" – concluem.
Cardeal Ivan Dias é enviado especial de Bento XVI à Etiópia.
Rádio Vaticana Internacional | Agência Ecclesia| 01/03/2008
Bento XVI nomeou hoje (1 de Março) como Conselheiro de Estado da
cidade do Vaticano, Daniele Dalvai. Ainda no domínio das nomeações,
o Papa nomeou o Cardeal Ivan Dias, Prefeito da Congregação para a
Evangelização dos Povos, como enviado especial para as celebrações
do Novo Milênio Cristão na Etiópia, a realizar em Adis Abeba, de 2 a
4 de Maio, por ocasião do Congresso Eucarístico Nacional da Etiópia.
Confirmada nova encíclica do Papa sobre temas sociais
Rádio Vaticano)Internacional | Agência
Ecclesia| 29/02/2008
O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Bertone, confirmou que
Bento XVI está a preparar uma encíclica sobre temas sociais.
Em entrevista ao jornal italiano "La Repubblica", o Cardeal revela
que o texto vai tratar, sobretudo, de "problemas sociais
internacionais, com especial referência aos países em
desenvolvimento''.
Para este responsável, a encíclica "terá um impacto significativo
sobre grandes problemas socioeconômicos do mundo contemporâneo, por
analisar questões do Terceiro e Quarto Mundos''.
O Cardeal Bertone também antecipou que circula, no Vaticano, o
esboço de uma encíclica sobre a “lei natural”, um dos temas-chave do
pontificado de Bento XVI, preparada já por João Paulo II nos últimos
anos de sua vida.
Igreja elabora documento sobre a Liberdade Religiosa
na Coreia do Norte
Radio Vaticano
Internacional | Agência Ecclesia| 01/03/2008
A Comissão para a Reconciliação do Povo Coreano, da Conferência
Episcopal da Coréia, no seu encontro anual anunciou a publicação do
"Relatório Anual 2007 sobre a Liberdade Religiosa na Coréia do
Norte".
O relatório foi elaborado pela própria Comissão, em cooperação com o
Centro da recolha de dados para os Direitos humanos na Coréia do
Norte. Trata-se do primeiro documento do gênero e contém informações
sobre as questões religiosas relativas ao país, dados e estatísticas
sobre as religiões, uma panorâmica histórica, a situação da
liberdade religiosa e também alguns episódios de abusos e violações.
O relatório inclui os resultados de uma pesquisa de opinião feita
com 755 norte-coreanos que fugiram e se refugiaram na Coréia do Sul.
Dos entrevistados, 85,7% afirmam que, de fato, não existe liberdade
religiosa na Coréia do Norte. Destes, 98,7% afirmam que nunca
obtiveram permissão do regime para permanecer numa igreja ou num
templo.
Segundo os dados fornecidos pelo Centro, as perseguições religiosas
também aumentaram no país depois dos anos 90, e as autoridades não
hesitam em prender quem realiza atividades religiosas não
autorizadas.
O relatório recorda que já no período 1945-1960, por causa de uma
campanha do regime para erradicar as religiões, as atividades
religiosas e de culto desapareceram quase completamente da Coréia do
Norte. Mas, nos anos mais recentes, observa-se entre a população um
despertar do desejo de religiosidade.
Até hoje, o governo nega uma real liberdade religiosa e não permite
a obra missionária ou a educação religiosa apesar de, oficialmente,
permitir aos cidadãos professar um determinado culto.
Bispos de Angola e S. Tomé preparam Ano Paulino
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