- Artêmia salina:
Trata-se de um crustáceo de pequeno tamanho, de 10 a 15 mm, que habita nas salinas, mas que tem a particularidade de poderem reproduzir-se em casa visto ser fácil de obter seus ovos ou cistos.
Este crustáceo tem duas formas de reprodução, ovovivípara e ovípara. Se em seu meio a salinidade baixa, devido ao aumento de água de chuva, por exemplo, reproduzem-se de forma ovovivípara; quer dizer, as fêmeas dão a luz náuplios de artêmia.
Os náuplios têm um valor nutricional muito maior que os adultos, e por isso são utilizados sistematicamente para a criação de alevinos. Todos os criadores deveriam cultivar náuplios de artêmia.
Prosseguindo; se no meio natural em que vive a artêmia, aumenta a salinidade por causa da evaporação, esta produz uns ovos resistentes chamados cistos, ovos que estão preparados para suportar longos anos de seca e inclusive gelados. Esses cistos são comercializados, possibilitando que os aquaristas possam dispor deles com relativa facilidade.

- Como manusear os cistos:
Para fazê-los eclodir, devemos colocá-los em uma solução salina. Para isso se mistura 30 gramas de sal puro, livre de aditivos em um litro de água, em uma vasilha tubular onde haverá um constante fluxo de bolhas de ar (aeração) vindo do fundo. O fluxo manterá a água e os cistos em movimento, que eclodirão 24 horas depois. Manter uma lâmpada acesa a 15 cm do cultivo, favorecerá a eclosão e manterá uma temperatura cálida, adequada para nossos fins.
Uma vez eclodidos, deverão ser separadas as cascas vazias dos cistos, que são algo indigestas. Para isso será desligado o compressor que produz o fluxo, os cistos flutuarão e os náuplios ocuparão o fundo da vasilha. Resta então sifonar ou sugar os náuplios para um filtro adequado que os retenha, então poderemos colocá-los em um recipiente com água desclorada, em seguida utilizar como alimento para os alevinos; se a água tiver alguma salinidade, os náuplios durarão muito, mas se for doce, a duração se limita a uma hora aproximadamente.
- "Artêmias" de água doce:
Na água doce podemos encontrar crustáceos que poderiam confundir-se por sua forma e comportamento com a Artêmia salina: por exemplo, os Chirocephalus e os Branchyopoda (branchoneta), ou o que em Inglês chamam "Fairy shrimp", a qual se reconhece por ter os olhos vermelhos. Estes também produzem ovos resistentes ao secar o biótopo onde vivem, ovos que eclodem depois de uma diapausa, ao chegar novamente às chuvas, mas seu ciclo está sujeito a essas condições climáticas e não se chegou realmente a trabalhar sobre o método para as reproduzir em grande escala em cativeiro (excetuando em pisciculturas ao ar livre, por exemplo, mas neste caso são para uso interno).

- Pulga de água ou Daphnia:
É este, outro crustáceo, mas em vez de habitar águas salinas, habita as doces e salobras. Possui uma coberta protetora conformada por um par de valvas em forma de gota ou de fava, e pertence à Ordem cladócera, que inclui outras famílias de uso em aqüicultura, como as Bosminas e Moinas.
Têm um comportamento reprodutivo similar ao da artêmia: enquanto existir previsões de abundância de alimento e boa qualidade da água, bem como de espaço suficiente, são ovovivíparas, mas quando as condições ambientais se endurecem, mostram-se ovíparas e produzem cistos; mas estes não se acham no comércio, possivelmente devido a que é mais fácil encontrar daphnias viva do que artêmias (que só vivem nas salinas).
As daphnias vivem em águas paradas, ricas em matéria orgânica; por isso é fácil as encontrar em balsas de rega, bebedouros para animais, charcos temporários, estações de depuração de águas residuais e inclusive em lagos de jardim. São filtradoras e se alimentam de seres microscópicos tanto vegetais como animais. É fácil as cultivar a partir de uma primeira população, as mantendo em uma bandeja de 40x30x15 cm aproximadamente em um terraço com abundante luz natural, embora em recipientes improvisados como garrafas de refrigerante de 2 L, também poderiam funcionar, em que pese a que está demonstrado que o rendimento é maior quanto maior for o cultivo.
. É um ótimo alimento para os peixes pois é rica em iodo, fósforo e cálcio mas apesar de ser altamente nutritivo, não devem ser dadas aos peixes mais de 2 ou 3 vezes por semana, por causa da grande quantidade de vitamina A que possuem, vitamina essa que só é benéfica em pequenas quantidades, além disso se colocadas no aquário em grandes quantidades, os peixes não irão consumir todas e elas acabarão morrendo conseqüentemente poluindo a água
Para as alimentar podemos usar: infusórios ou caldo de legumes (coloque uma folha de alface no tanque para produzir os infusórios), água verde (vejam modo de obtê-la mais abaixo), sangue de galinha batido no liquidificador em pequena quantidade. Convém não se exceder com a quantidade de alimento porque poderia decompor o meio e perderíamos a população. É melhor que seja freqüente e escassa que não espaçada e abundante. Mesmo assim terá que ser extraído diariamente uma quantidade razoável de daphnias, do contrário se saturaria a produção e se perderia completamente.
É conveniente manter uma temperatura entre 20 e 30ºC e uma boa iluminação. Para as usar, se utiliza um coador de nylon ou um tecido muito fino, com o que podem ser transferidas para o aquário. Vivem em média 51 dias.

- Água verde:
É assim chamada pela proliferação de algas unicelulares, que dão cor a água, e é o alimento básico literalmente está na base- da cadeia trófica alimentar nos aqüíferos, já que dela se alimenta o plâncton, que a sua vez é alimento para outros animais maiores.
Como a conseguiremos: para que proliferem as microalgas, necessitaremos água velha ou, como mínimo, desclorada e um pouco de fertilizante orgânico: introduzir alguns caracóis aquáticos nela ajudará à obtenção desse fertilizante natural, embora também possamos comprar excremento de aves que dosaremos aos poucos. Uns dias expostos; o sol fará o resto, e logo obteremos água de uma intensa cor verde. Existe quem coloque as daphnias e artêmias em pequenas quantidades, enquanto que outros diretamente criam aos crustáceos nesse caldo de cultivo.
- Drosophilas:
Drosophila melanogaster (mosca da fruta), é um díptero de pequenas dimensões, de ciclo de vida rápido, e de reprodução fácil, o que faz que sejam um bom alimento para nossos peixes. A variedade sem asas tem a vantagem de ser mais manejável já que não voa.
Para sua criação basta introduzir 20 moscas em um pote de 1 a 2 L. de capacidade e provido de meio de cultivo no fundo. As moscas põem ovos no meio e nascem umas vorazes larvas que posteriormente empolam e geram os novos exemplares. Este ciclo a 25-28º não supera os 15 dias.
O meio de cultivo pode ser o resto de uma cultura de microvermes, em que deixado o pote aberto, as drosóphilas colocarão seus ovos.
Para sua utilização se recomenda recolher as moscas em um tubo de ensaio através de um funil (assim não escapam) e uma vez abafado com uma mecha de algodão colocar na geladeira alguns minutos. Já podemos distribuir estas moscas, adormecidas pelo frio, em nossos aquários e desfrutar da visão de nossos peixes caçando as presas vivas.
- Larva negra de mosquito:
O mosquito que habitualmente nos pica nas noites do verão é o Culex, e sua larva é fácil de obter sempre que fizer calor. A fêmea deposita uma balsa flutuante de ovos negros sobre a superfície de águas paradas, ricas em nutrientes. Desses ovos nascem centenas de larvas de apenas 3 mm. que vivem penduradas de cabeça para abaixo na superfície da água e que rapidamente se escondem no fundo a menor ameaça. Alimentam-se por filtração de microorganismos e em torno de uma semana adquirem um bom tamanho, próximo aos 2 cm. Essas larvas são fáceis de coletar com um coador ou puçá, e constituem um excelente alimento para qualquer predador aquático.
Resulta apropriado, em caso de conseguir essas balsas flutuantes de ovos do Culex, as depositar sobre nossos cultivos de alevinos, deste modo assim que eclodirem, as larvas de mosquito ficam a disposição dos mesmos.
Para a criação em casa, basta deixar no exterior uns recipientes com água velha de aquário, que inclusive possua detritos. Logo aparecerão microalgas e microorganismos e os Culex se animarão a desovar nela.
Em época fria não é fácil conseguir essas larvas, a menos que alguma loja de aquariofilia as possua congeladas.

- Bloodworm ou larva vermelha de mosquito:
É a larva do mosquito Quironomo, de que há numerosas espécies, algumas das quais vivem inclusive em águas salgada
. Os adultos têm a vantagem de que não picam, e são facilmente reconhecíveis por suas antenas emplumadas e por seu zumbido, especialmente agudo. As larvas vivem no fundo lamacento das águas com pouca ou nenhuma corrente, preferivelmente em temporada cálida.Alimenta-se de microorganismos e sua viva cor vermelha se deve à hemoglobina que contém seu corpo e que lhe permite suportar ambientes pobres em oxigênio ou anaeróbios. Pode alcançar um bom tamanho, algumas espécies superam os 6 cm. e se vende tanto liofilizada como congelada (nas boas casas do ramo). Para obtê-la viva, os coletores usam uma espécie de pinças feitas com dois coadores enormes, entre eles capturam lodo e posteriormente o sacodem até que dentro só ficam as larvas vermelhas. Também, quando são cultivadas em bandejas, extraem-se as larvas em natação livre esquentando a base da bandeja. Não é impossível cultivar estes mosquitos em casa, mas se faz necessário um cercado de tela de mosqueteiro para capturar aos adultos e que desovem no lugar escolhido. Os ovos do Quironomo são fáceis de reconhecer, aderem as paredes do cultivo, envoltos em uma massa gelatinosa. As larvas viverão dentro de canais de lodo no fundo dos cultivos, e serão coletados pelos métodos explicados, por calor ou rompendo suas casas.
- Phantomworm ou larva de cristal:
Trata-se da larva de outro díptero, o Chaoborus ou Caoboro, conhecida também por larva fantasma, de entre 12 e 17 mm. de comprimento. Pertence à família Culicidae, mas o mosquito adulto, que vive 6 dias, não se alimenta de sangue. Produz duas gerações ao ano, a primeira aparece em julho/agosto, e a segunda em setembro/outubro. Possui algo similar a dois airbags que lhe permitem ascender e afundar-se dentro do meio aquático, atuando como elemento planctônico: de dia se esconde em recursos anóxicos, já que é fotófoba e pode viver mais de 3 semanas sem tomar oxigênio (o que lhe permite viver sob o gelo no inverno) e de noite sai a caçar, principalmente de plâncton, para o que utiliza suas duas antenas modificadas; possui uma espécie de leme rígido no abdômen que a faz deslocar-se lateralmente a grande velocidade de forma imprevisível como sistema de defesa, o que complica sua captura. É uma grande predadora, capaz de capturar outras larvas e elementos planctônicos. Como se vê, é difícil de conseguir, mas criadores afortunados podem obtê-la inclusive no inverno em lagos ricos em matéria orgânica. No Lago Vechten (Holanda), por exemplo, encontram-se em novembro densidades de até 1.800 larvas m2.

- Verme do vinagre:
Anguillula silusiae ou Turbatrix aceti é um verme nematódeo de até 4 mm, que se desenvolvem em um meio constituído por 50% de vinagre de maçã e 50% de água e uma pequena quantidade de açúcar.
Suas vantagens são: um pequeno tamanho, adequado para alevinos; que ocupa com sua natação toda a coluna de água quando esta é ácida, mantendo-se a um nível mais superficial se for alcalina, e sua grande resistência no aquário, podendo chegar a durar indefinidamente. Para extrair os vermes terá que usar um filtro de café pelo que penetra o meio, logo os vermes são liberados em água doce, e daí se administram com uma seringa de injeção entre os alevinos.

- Microvermes
Panagrellus redivivus: trata-se de outro pequeno nematódeo de similar tamanho, que vive em um meio cremoso a base de farinha de cereal -aveia principalmente- fermentada. São adequados para alimentar alevinos e também requer pouca manutenção. Os vermes se recolhem com uma colher, ou, uma gilete, das paredes do recipiente, pelas quais sobem, podendo colocá-los diretamente ao aquário, visto que esses estão livres do substrato, os que se acham mesclados com ela são virtualmente inseparáveis e, portanto, um alimento sujo. A disposição neste site, no link vendas.
- Tubifex
Tubifex é um verme aquático muito difundido em aquariofilia e de venda em várias lojas. Sua qualidade nutricional é excelente, favorecendo inclusive a reprodução, entretanto seu uso é arriscado dependendo da procedência da população. Em vida selvagem, o tubifex habita córregos lamacentos e anóxicos muito poluídos, zonas de esgotos industriais, assim como canais de resíduos de matadouros, sendo capaz de suportar altos índices de contaminação, por isso poderia transmitir ao homem enfermidades como a hepatite ou o tétano, e aos peixes todo tipo de parasitas.
Não unicamente atua como vetor de contaminação biológica: devido à natureza de seu hábitat, o tubifex também concentra metais pesados (arsênico, cromo, cádmio, mercúrio e outros) em seu organismo, cujo consumo é muito prejudicial. O ideal seria contar com um criador confiável que não as coletasse de qualquer local, mas sim as criasse e pudesse garantir que estão livres de enfermidade.

- Gammarus:
O Gammarus é um pequeno camarão -de apenas 2 cm- que se pode encontrar tanto em águas doce como salgadas e que se usa habitualmente seco para a alimentação de répteis aquáticos. Embora nossos peixes não aceitarão os secos, colocará seus reflexos de caçador ao limite quando os virem vivos dentro do aquário movendo-se, e os comerão com avidez.
Estes crustáceos anfípodos vivem entre a vegetação inundada e quase sempre ocultos entre as algas, para caçá-los terá que arrastar a rede sobre as plantas ou surpreendê-los escondidos debaixo das pedras: pegar as pedras rapidamente e colocar em uma caixa que teremos preparada com água: ao ver-se na caixa, deixarão a pedra e nadarão procurando outro lugar onde ocultar-se.
Uma vez em casa, para mantê-los necessitaremos um aquário de 20-30 litros ou bandeja ampla com esconderijos e plantas vivas no qual tenhamos instalado alguma correnteza, bem como um compressor, um filtro ou uma mini bomba. Para alimentá-los usaremos comida para peixes, embora também comerão plantas e detrito e são perfeitamente capazes de caçar pequenas presas vivas, incluindo alevinos e larvas de insetos.
Os Gammarus se reproduzem várias vezes ao ano, e em seu hábitat natural se constituem autênticas pragas, mas sua reprodução em cativeiro é pouco bem-sucedida, por isso é melhor capturá-los diretamente de rios, charcos e canais artificiais com alguma corrente (por exemplo, bebedouro para o gado), tendo a precaução, se tiverem sido coletados em águas muita frescas, de mantê-los no frigorífico na própria água de coleta, onde durarão aproximadamente uma semana.

- Copépodos, o Cyclops:
Os copépodos são crustáceos de pequeno tamanho, 2 a 5 mm. e costumam aparecer relacionados com a vegetação, movem-se a impulsos pela água, costumam ser de cor clara, embora existam de um vermelho muito acentuado. De qualquer modo são uma presa atrativa para os peixes. São
difíceis às vezes de separar da sujeira suspensa na água ou dos detrito do fundo, assim o comum é que entrem acidentalmente no aquário e durem pouco.
Algumas espécies parasitam as guelras, por isso é melhor coletar os de locais onde não existam peixes, assim nos asseguramos de que não são parasitas. O Cyclops, copépodo com um só olho, é utilizado em aqüicultura por suas boas qualidades. Em sua reprodução também produzem cistos resistentes, assim é fácil que ao molhar substrato de algum charco seco, eles apareçam em poucas horas.

- Enquitréias:
O que são enquitréias?
As enquitréias são pequenos vermes de cor branca que alcançam até 2 cm e
constituem provavelmente uma das mais populares formas de alimento vivo criadas
por aquaristas.
Elas são altamente nutritivas e especialmente valiosas para colocar os peixes
em boas condições alimentares antes da desova, ou para um crescimento rápido
e sadio dos alevinos. A enquitréias não devem ser utilizadas como base para
uma alimentação diária porque são mais ricas em gorduras sólidas que
oleosas e os peixes não podem processar gorduras sólidas de modo eficaz.
Entretanto, oferecidas duas ou três vezes por semana, elas darão aos seus
peixes um reforço alimentar importantíssimo. O comportamento dos seus peixes
mudarão visivelmente quando virem o movimento desordenado das enquitréias no
aquário. O segredo para manter, com sucesso, uma boa cultura de enquitréias é
entender suas necessidades particulares e supri-las.
- Criação:
O local mais aconchegante para as enquitréias serem criadas são em caixas de
isopor,
visto que as mesmas gostam de locais frios, úmidos e escuros.
Ela deve ficar sempre fechada, pois as mesmas não são muito exigentes em relação
a oxigenação. Apenas uma rápida abertura da caixa todos os dias já é o
suficiente para a renovação do mesmo.
Então, não se aconselha nenhum tipo de respiradouro nem nada .. apenas abrir a
tampa já basta.
Além da caixa deve-se ter também um substrato para que as mesmas possam se
locomover e se reproduzirem, elas são hermafroditas com isso a reprodução
pode ser acelerada em locais adequados mesmo. Para substrato muitos usam terra
preta, mas eu prefiro a utilização de carvão ativado, pois é mais barato e fácil
de trabalhar e outra! Elas não ficam muito sujas com ele esse pra mim é o
ponto forte. A vantagem é que não é preciso usar carvão ativado ....... pois
o carvão que você utilizou no filtro do aquário e pensava em jogar fora .. você
agora
pode colocá-lo como substrato para suas enquitréias.
Pega-se o carvão ativado já usado e ferva durante uns 30 min, depois coloque
esse carvão em um recipiente e vá trocando a água durante umas 2 semanas para
retirar todas as impurezas. E depois é só colocar esse carvão ativado já pronto
faça uma
camada não muito grande ... eu estou usando uma camada de uns 2cm na caixa de
isopor e então, coloque a cultura inicial, espalhe com cuidado para dividi-la
corretamente em toda a nova morada e depois coloque a placa de vidro.
Bom a placa de vidro é o local onde elas ficam apos comer. Elas ficam
grudadas nela e é ali que você vai raspar para retirá-las para dar para seus
peixes.
Dessa forma elas vão se reproduzir muito bem e rápido.
- Alimentação:
A alimentação delas é outra coisa bastante fácil. Você retira a placa de
vidro, placa essa que cubra um camada considerável do substrato e para
facilitar cole uma bola de gude com cola quente, superbond ou silicone para
facilitar o manuseio.
Retirando essa placa você vai ter acesso a cultura no carvão ativado aí e só
colocar o alimento em pouca quantidade e depois recolocar a placa de vidro. Só
volte a colocar nova comida se não restar absolutamente nenhum traço da
original.
Como escrito mais acima elas gostam de ambiente bem húmido, mas não molhado
demais, use o bom senso para deixar o local húmido o bastante para a
proliferação
das mesmas. Você pode usar aquelas bombinhas ou borrifadores com água sem
cloro, no meu caso eu pego um pouquinho todo dia do meu aquário e jogo lá
dentro!!
A alimentação pode ser tanto ração para peixe, neston, leite em pó, iogurte,
farelo de aveia e até farelo de pão. Elas literalmente quadruplicaram de número em
uma única noite utilizando o leite em pó.
Verifique os locais que mais existem enquitréias no substrato e faça uns
buraquinhos e lá dentro você coloca um pouquinho de leite e aí deixe o resto
que a natureza faz .

- Paramecium:
O Paramecium é um himenostomado. É um livre-natante de águas estagnadas (encontrado em água doce e fundos lodosos onde há matéria orgânica em decomposição), de movimentos rápidos por causa dos cílios. A corrente continua de água que os cílios provocam também se envolve na sua alimentação, que se compõe de algas e bactérias microscópicas, ou, algumas poucas gotas de leite por dia. A reprodução por divisão leva cerca de duas horas. Reproduz-se também sexuadamente por conjugação. São criados em recipientes de vidros ou garrafas pet de 2 L, com certa facilidade, em culturas com folhas de alface ou de couve, secas ao sol, em infusão na água, se possível estagnada, . Vive em média 13 dias. A disposição neste site, no link vendas. São o alimento inicial ideal para alevinos.
