Ruído nas Ruas
O trânsito é o grande causador do
ruído na vida das grandes cidades. As características dos veículos barulhentos são o escapamento
furado ou enferrujado, as alterações no silencioso ou no cano de descarga, as alterações no
motor e os maus hábitos ao dirigir - acelerações e freadas bruscas e o uso excessivo de buzina.
Nas principais ruas da cidade de
São Paulo, os níveis de ruído atingem de 88 a 104 decibéis. Isso explica por que os motoristas
profissionais são o principal alvo de surdez adquirida. Nas áreas residenciais, os níveis de
ruído variam de 60 a 63 decibéis - acima dos 55 decibéis estabelecidos como limite pela Lei
Municipal de Silêncio.
Ruído nas Habitações
Condicionadores de ar, batedeiras,
liqüidificadores, enceradeiras, aspiradores, maquinas de lavar, geladeiras, aparelhos de som e
de massagem, televisores, secadores de cabelo e tantos outros eletrodomésticos que podem estar
presentes numa mesma residência, funcionando simultaneamente e somando seus indesejáveis
decibéis.
Ruído nas Indústrias
É dos mais importantes o papel da
indústria na poluição sonora. Depois da primeira grande guerra, foi que se verificou o aumento
das doenças profissionais, notadamente a surdez, além do aparecimento de outras moléstias,
devidas ao desenvolvimento espantoso trazido pelo surto industrial.
Em alguns países europeus, como a
Suécia e a Alemanha, onde os dados estatísticos retratam fielmente a realidade, é impressionante
o numero de operários que, nas indústrias, devido ao ruído, vêm sofrendo perda de audição.
Visando a proteção dos trabalhadores
das fábricas, em 1977 os Estados Unidos estabeleciam o ruído máximo de 90 dB para a duração
diária de 8 horas. Verificou-se com a adoção desse limite, um quinto dos operários ficava sujeito
a deficiências auditivas. Por isso a Holanda e outros países baixaram o limite para 80 dB.
Ruído dos Aviões
A partida e a chegada de aviões a
jato são acompanhadas de ruídos de grande intensidade que perturbam sobremaneira os moradores
das imediações
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