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Entrevista Exclusiva com Robert Farrar Capon, autor de Gêneses: O Filme Parte Três: A Graça Tim Brassell: Pode um pastor levar a graça para um extremismo?
Robert Capon: Não. Um pastor não pode levar a graça para um extremismo. Isto é, não, a não ser que ele afirme que o pecado não importa. Se ele afirma isso, está abusando da graça, porque o pecado sim importa. Importa para mim, o pecador. Importa se me abandono e fico nele. TB: As mães são assim. RC: Sim. O ponto é que o pecado é como a sujeira. É como uma coberta ou uma cobertura do verdadeiro ser como pessoa. E Jesus o lavou. Ele apagou os pecados. TIROU-OS ao lavá-los. Nem todas as igrejas praticam o batismo de infantes, mas o batismo de infantes é um testamento maravilhoso da graça absoluta. Diz, "está”feito. Não diz, depois disto se você fizer algo, então estará BEM. Diz, "você está BEM agora", não porque você fez algo ou pensou algo ou averiguou algo, senão que você está BEM agora porque Jesus o diz assim.
Não é a religião a que lhe faz a você estar BEM com Deus, é Deus quem o faz. Os sacramentos não são religião. Eles não fazem que algo passe. Na Eucaristia você não transforma o vinho no sangue de Cristo, na presença de Cristo. Você só põe um sinal na qual você diz, Ele está presente neste sinal ao igual que está presente a todas as coisas, incluindo-me a mim. TB: Algumas pessoas dizem que se você prega muito a graça, a gente agarrará a idéia de que podem ir pecar tudo o que queiram e ainda ser salvos. Que diria você a respeito disso? RC: Primeiro de tudo, diria que eles são perfeitamente livres para pecar tudo o que queiram, si você lhes da permissão ou não. Mas o que eles não estão livres para conseguir por si mesmos, é seu próprio perdão, e isso é o que já está feito. Eles simplesmente têm que aceitar que em Jesus, Deus perdoou seus pecados. Jesus é a Palavra de Deus encarnada. A encarnação tinha estado no plano desde o princípio. A encarnação vem desde a fundação do mundo—não, desde antes da fundação do mundo. A encarnação não é um pensamento posterior. Deus não disse, "Uh-uh, agora tenho que fazer algo", depois que Adão e Eva comeram do fruto. A encarnação está incrustada no tecido da criação desde antes que começasse o tempo. Assim, depois que o pecado entrou na cena, a história simplesmente se converte na restauração da raça humana para Deus em Cristo. É tudo isso e também os resultados de não prestar atenção a essa restauração. Você não pode experimentar aquilo ao qual não presta atenção. Qual é a primeira discussão que ocorre depois da queda? TB: A de Caín e Abel. Discutiram sobre religião. RC: Exatamente. O meu deus gosta de meu sacrifício mais do que a teu deus lhe gosta de teu sacrifício (riso). Adão E Eva saíram do jardim, e o anjo resguarda o caminho para a árvore da vida com uma espada flamejante, pelo que esta brilhante idéia de que nós seremos como deuses lhes explode na cara. E por suposto, a única coisa que podia significar é que ainda que eles não podiam fazer-se deuses a si mesmos, eles podiam converter a Deus numa cópia deles mesmos. TB: Deus à imagem deles? RC: Sim. Primeiro vem a idéia de que seremos como Deus, e então o seguinte desastre é fazer a Deus como nós mesmos. A base da ortodoxia clássica, com todas suas falhas, é que sim, diz que tudo está feito. Dá-lhe a doutrina da Trindade. O monoteísmo puro é perigoso. A doutrina da Trindade abraça o paradoxo da mutualidade em Deus mesmo sem violar a unidade de Deus—porque só pode ser apresentada como um paradoxo e um mistério. O paradoxo pode levar-lhe a viagens para os quais a religião nem sequer pode comprar-lhe um bilhete. Deus é quem Deus é, quem Ele mesmo revela ser, não algo que nós podemos raciocinar ou concluir mediante algum tipo de lógica. E desde antes da fundação do mundo, Deus é tanto Criador como Redentor. A encarnação da Palavra se encontra por embaixo sustentando-o todo, o que significa que podemos prestar atenção à restauração que já é uma realidade para nós. Copyright © 2005 -Igreja de Deus Mundial. . Edificando Crianças Crentes Por Ted Johnston O Espírito Santo ajuda aos crentes a crescer como discípulos de Jesus, os quais estão chegando a ser mais e mais como seu Mestre. Isto inclui as crianças crentes. Como obreiros, líderes e pais no ministério infantil, nossa função é servir com o Espírito neste processo vital. Amor e Instrução Em 1 Tesalonicenses 2:7-12, Paulo compara seu trabalho discipulador com o que os pais fazem com seus filhos. Expressa-se amor para os pequenos (cuidado amoroso procedente da mãe e ânimo e consolo procedentes do pai). No contexto desse amor, é uma instrução clara (referida tanto a compartilhar o evangelho como a instar uma vida piedosa). Neste passagem vemos o meio e o conteúdo do processo de fazer discípulos. O meio, caracterizado pelo cuidado, ânimo e consolo, é a relação positiva entre o discipulador e o discípulo. O conteúdo do processo é a instrução—a implantação de um conhecimento doador de vida através do ensino e o treinamento. Seguindo este modelo bíblico, nossa meta no ministério para as criaças é prover uma instrução centrada em Cristo, orientada ao evangelho no contexto de uma relação amorosa e positiva. Sem uma relação positiva, a instrução não terá um impacto duradouro. E sem a instrução, ainda as melhores relações podem estar desprovidas de significado. Instrução à medida É essencial que ajustemos nossa instrução para as criaças ao nível de desenvolvimento emocional, social, mental e espiritual delas. Quanto a isso, o trabalho dos psicólogos de ceianças pode ser útil. Por exemplo, Jean Piaget observou que as crianças tendem a desenvolver-se moralmente segundo as seguintes etapas previsíveis: Etapa Um: Premoral. Nesta etapa, o pequeno obedece em resposta ao mandato de um adulto respeitado. Ainda que o dever de obedecer se sente profundamente, não emana do interior do pequeno. Etapa Duas: Heteronomía (4 a 8 anos). Nesta etapa a obediência literal às regras é totalmente importante. A heteronomía é uma forma de realismo moral no que as ações são avaliadas em termos de desobediência às regras sem considerar-se a intenção ou o motivo. Etapa Três: Autonomia (8 a 12 anos). Nesta etapa a reciprocidade ou o respeito mútuo é a clave. A justiça predomina sendo os fatores determinantes a intenção ou o motivo, em vez das regras. Nesta etapa a influência das relações interpessoais no desenvolvimento moral se demonstra vívidamente. Os mestres e pais sábios (e efetivos) têm cuidado e usam métodos de instrução que estão em sincronia com estas etapas do desenvolvimento. Não se desanime—você não tem que ser um psicólogo de crianças para ser um(a) efetivo(a) instrutor(a) de crianças—mas você sim precisa ter interesse nas crianças e ser sensível às habilidades e necessidades delas. Nossa meta em tudo isto é ajudar as crianças em formas apropriadas a suas idades para experimentar a Cristo e aprender a respeito dele e Seu caminho. Devido a que as crianças se desenvolvem na forma em que o fazem, as crianças pequenas em particular aprendem mais através da experiência que através da instrução verbal (falada). Mas as palavras de instrução são também importantes, porque tais palavras dão aos meninos uma linguagem interna com o qual podem falar consigo mesmos e assim compreender estas experiências. Copyright © 2005 Igreja de Deus Mundial . ONZE MANEIRAS PROVADAS DE SE DAR BEM COM TODOS Antes de dizer-lhe algo a alguém, pergunte a si mesmo três coisas: É verdade? É amável? É necessário? Faça poucas promessas e cumpra-as fielmente. Nunca perca a oportunidade de felicitar ou dizer algo animador a alguém. Recuse falar negativamente dos outros, não diga fofocas e não escute as fofocas. Tenha uma atitude de perdão para os demais. Creia que a maioria das pessoas estão fazendo o melhor que podem. Mantenha uma mente aberta, discuta mas não brigue. (É possível não estar de acordo sem ser desagradável). Esqueça-se de contar até dez. Conte até mil antes de fazer ou dizer algo que possa piorar as coisas. Deixe que suas virtudes falem por si mesmas. Não procure tanto ser consolado, como consolar; não procure tanto ser compreendido como compreender; não procure tanto ser amado como amar.
Anonimo.
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